O Londrina começa de forma oficial neste domingo, em Foz do Iguaçu, a sua caminhada sob nova direção no comando técnico. Ricardinho tem dito em entrevistas que projeta um time dinâmico, ofensivo, que jogue mais ou menos como ele gostava de jogar: sempre valorizando a posse de bola. Se isso vai se confirmar na prática, só o decorrer dos treinamentos e dos jogos é que vai dizer.

As contratações realizadas na pré-temporada indicam, na teoria, porque no futebol o imponderável também entra em campo, que a comissão técnica vai priorizar o setor ofensivo. Nada, nada, mostra que Ricardinho pode até vir a não conseguir o que pretende, mas vai tentar.

É grande a responsabilidade dele, não só pelo fato de substituir o treinador mais vitorioso da história do Londrina – porque também o mais longevo –, mas devido ao fato de que depois de dois anos batendo na trave na Série B, o acesso neste ano já começa a ser encarado como uma meta à mão. No mínimo, o que se espera é que o time volte a ficar entre os seis primeiros.

Sem falar da obrigação de avançar de fase na Copa do Brasil, com todo o respeito que o Real Ariquemes mereça, e de brigar pelo título no Paranaense, que mais uma vez terá o Atlético-PR com um time B, restando Coritiba e Paraná como os principais concorrentes.

Neste início de ano, a boa nova é a campanha do Tubarãozinho na Copa São Paulo de Juniores. Que beleza. Tenho por princípio não cobrar títulos das categorias de base – mais importante do que eles são as revelações que surgem. E é possível identificar bons valores como o goleiro Biagi, o meia Anderson e o goleador "Gerd" Miullen (o Gerd, claro, é por minha conta, em alusão ao lendário atacante alemão Gerd Muller, campeão mundial em 1974 e um dos maiores artilheiros das Copas). Torço para que fiquem por aqui e subam logo. Boa semana.

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