"Está sendo processado porque está recebendo dinheiro da Petrobras"Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre Lindbergh Farias (PT-RJ), enrolado na Lava Jato



No DF, saúde pública custa mais que nos EUA
O orçamento anual da Secretaria da Saúde do governo do Distrito Federal, de R$ 6,01 bilhões este ano, é uma vez e meia maior que o orçamento do equivalente ao Ministério da Saúde dos Estados Unidos. O orçamento ("budget") do United States of Health & Human Sevices, dos EUA, de US$ 1,02 bilhão, soma R$ 3,8 bilhões. Apesar disso, o DF tem um dos piores serviços de saúde pública do Brasil.

Diferença gigante
O custo anual de R$ 121 bilhões do Ministério da Saúde brasileiro é 31,8 vezes maior que o seu congênere americano.

Comprometimento
Nos EUA não tem SUS, como o Brasil, o que reduz muito seus custos, mas o compromisso com a atividade-fim é total. E não há corrupção.

Investimento mínimo
No DF, o orçamento de R$ 6,01 bilhões reserva apenas 1,8% desse total para investimento na reforma e construção de unidades de saúde.

Gastos máximos
São gastos em salários 82% do orçamento da Saúde do DF. E apenas 18% em remédios, vacinas, materiais, alimentação de doentes, etc.

Mercadante não escapa da ‘Maldição da Casa Civil’
Novo investigado na Lava Jato, o paulista Aloizio Mercadante é outro que não escapa da "maldição" dos que assumiram o cargo de ministro da Casa Civil na era do PT. Como os demais, ele acabou enrolado em escândalos. O mais recente foi a acusação de receber propina de empreiteiras. Mercadante repetiu os demais envolvidos, denominando de "doações" o que a força-tarefa da PF prefere chamar de "propina".

O primeiro caso
A "maldição da Casa Civil" destruiu reputações, a começar por José Dirceu, que era apontado como o mais provável sucessor de Lula.

Abatido em pleno voo
Pretendente à sucessão, Antônio Palocci foi enxotado da Casa Civil no início da era Dilma sob suspeita de corrupção e enriquecimento ilícito.

Maldição feminina
Foram ministras da Casa Civil da era petista Erenice Guerra, acusada de tráfico de influência, e Gleisi Hoffmann, enrolada no petrolão.

Emprego estável
Alternativas ao deputado Eduardo Cunha na presidência da Câmara são mesmo especulações. Não há a chance de o processo da Lava Jato vir a ser concluído no Supremo antes do término do seu mandato.

Vontade soberana
Apesar de o impeachment depender muito do presidente da Câmara, Eduardo Cunha diz que nessa decisão o plenário será soberano. Só que não: sob sua presidência, o plenário se comporta como ele quer.

Malas prontas
O PCdoB pode reduzir sua bancada de 13 deputados. Aliel Machado (PR) anda insatisfeito com os rumos do partido apoiando a política econômica do governo Dilma. O deputado já foi assediado pelo PMDB.

Representante oficial
Numa roda com cinco deputados peemedebistas, a piada que rolava era que Leonardo Picciani (RJ) abandonou a liderança da bancada para atuar como representante do governo do Rio, em Brasília.

Condicionante
O deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), enrolado no "petrolão" tanto quanto vários outros políticos governistas, aceita perder espaço na reforma ministerial, desde que o enxugamento atinja todos os partidos.

Acácio é o cara
Aloizio Mercadante (Casa Civil) é um Conselheiro Acácio saído da obra de Eça de Queiroz: intelectual raso, político medíocre, dotado de obtusidade córnea que considera tão insuportável o protagonismo de Michel Temer na articulação quanto o de Joaquim Levy na economia.

Voando alto
Com Eduardo de Cunha na presidência da Câmara, as companhias aéreas comemoram. Diante da imprevisibilidade da pauta de votações, bilhetes emitidos por deputados, que não são usados, geram multas superiores a R$ 100, o trecho. Tudo ressarcido pela cota parlamentar.

Estaca zero
A extinção do financiamento privado de campanha, no Senado, pode encalacrar a reforma política. "Desenha-se cenário que caminha para o travamento da reforma", diz o deputado Rogério Rosso (PSD-DF).

Pensando bem...
...em 2014, Guido Mantega disse que "quebraria a cara" quem apostasse na alta do dólar. Na verdade, quem quebrou foi o Brasil.

PODER SEM PUDOR
Imagem ilustrativa da imagem CLÁUDIO HUMBERTO
Curto e grossoEleito governador de Alagoas, Silvestre Péricles de Góis Monteiro recebeu antes da posse um amigo oferecido: - Governador, estou numa situação complicada. Comentam na cidade que eu farei parte do seu secretariado. Todo mundo pergunta se é verdade e eu fico sem saber o que dizer. Silvestre encerrou a conversa mole: - Faz o seguinte: quando o incomodarem com isso, diga que nunca passou pela minha cabeça a ideia de convidar você para coisa alguma. ___ Com Gabriel Garcia, Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos www.diariodopoder.com.br
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