"Uma onda de boatos e mentiras (...) medo dos nossos adversários"
Marina Silva (PSB) definindo os ataques que sofre de Dilma (PT) e de Aécio (PSDB)

Ex-diretor entregou pelo menos 4 empreiteiras
Além de entregar políticos, em depoimentos ao Ministério Público Federal, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa também apontou os dirigentes de empreiteiras beneficiadas por contratos superfaturados, principalmente na construção da refinaria petrolífera de Abreu e Lima (PE). Entre as empreiteiras envolvidas em negócios com o ex-diretor estão a Mendes Junior, UTC, OAS e a Camargo Correa.

Valor da propina
Paulo Roberto Costa contou que pagava aos políticos 3% do valor dos contratos da Petrobras, quando ele foi diretor, entre 2004 e 2012.

Triangulação
As empreiteiras repassariam o dinheiro sujo ao doleiro Alberto Youssef, que por sua vez se encarregava de fazê-lo chegar aos políticos.

Só o começo
Foram delatados pelo ex-diretor doze senadores, 49 deputados federais e um governador filiados ao PT, PMDB e PP. E tem mais.

BC da ladroagem
Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef são suspeitos de chefiar uma espécie de "banco central da corrupção" no Brasil.

Pior que Mantega é a alternativa: Arno Augustin
Vencendo a eleição e trocando ministros, como anunciou, um dos nomes mais fortes para substituir Guido Mantega no Ministério da Fazenda provoca arrepios: Arno Augustin, o secretário do Tesouro. É do tipo que se vê ainda em meio a "guerra fria", e com certeza adoraria criminalizar o lucro. Na prática, Augustin e Dilma já tocam a política econômica. Há dois anos Mantega tem apenas papel coadjuvante.

Magoou
Mantega ficou sabendo pelas notícias na internet da decisão de Dilma de substituí-lo, em eventual segundo governo. Ficou magoado.

Perdeu o respeito
Dilma não respeita Guido Mantega, por isso resolveu tomar decisões na área econômica, delegando a Arno Augustin providências práticas.

Protegido de Lula
Dilma até pediu a Lula que compreendesse a necessidade de demitir Mantega, seu protegido. Lula não aceitou, e Mantega foi ficando.

Às escondidas
Guido Mantega chegou ao trabalho pela garagem, nesta sexta-feira, sorrateiramente, para evitar os jornalistas. E para não comentar o fato de haver recebido pela imprensa o seu "aviso prévio".

Dias de tensão
Por suas conhecidas relações com a Petrobras, onde já foi diretor, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) é um dos políticos mais tensos com a delação premiada do ex-diretor Paulo Roberto Costa. Foi Delcídio quem indicou Nestor Cerveró, outro diretor enrolado no escândalo.


Gilberto Carvalho é outro ministro de quem a presidente Dilma está louca para se livrar, num eventual segundo governo. Ele se presta ao papel de porta-recados e "olheiro" de Lula no Palácio do Planalto.

Fila na porta
Diplomatas em busca de promoção fazem fila na porta de Giles Azevedo, porta-agenda de Dilma. Até porque, em eventual segundo governo, ele pode substituir Gilberto Carvalho na Secretaria-Geral.

Pendência
Metade dos Estados passa pelo processo de judicialização das eleições para governador. Postulantes ao cargo de 14 Estados ainda lutam na Justiça Eleitoral para aprovar a candidatura.

O papa pop
O papa Francisco continua um fenômeno de popularidade no Twitter. Ontem, ele fez o primeiro tweet com foto. As contas com posts em diferentes línguas já possuem mais de 15 milhões de seguidores.

Sorriso amarelo
Depois que o livro da ex-mulher revelou que François Hollande chama pobres de "desdentados", o presidente da França enfrentou protesto do sindicato dos dentistas pedindo que devolva o sorriso aos franceses.

Grito na rede
Viciada em mídias sociais (que inspiraram seu projeto de partido "Rede"), Marina Silva utilizou o Twitter para reclamar da "indústria de boatos e mentiras" que lhe tira a paz. Ela diz sentir-se injustiçada.

Pensando bem...
...se a qualidade do ensino caiu em quase todo o País, talvez o problema não seja com os alunos, mas com a dona da escola.

PODER SEM PUDOR

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O pistolão certo
O talentoso jornalista Mauro Santayana acabara de ser nomeado adido cultural à embaixada do Brasil em Roma, nos anos 80. Um belo cargo, na mais impressionante representação diplomática em solo italiano – o Palácio Doria Pamphilij, na Piazza Navova, centro de Roma.
Um amigo encontrou Santayana e foi logo gozando:
- Puxa, esse é o emprego que pedi a Deus!...
O jornalista respondeu na bucha:
- Acho que você pediu ao cara errado. Quem me nomeou foi o presidente José Sarney.