Vacinação no Brasil derruba os óbitos em 41%


“Aproveitar a crise para preparar o Brasil para o pós-crise”

Presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendendo a aprovação das reformas


Vacinação no Brasil derruba os óbitos em 41%

O ritmo acelerado de vacinação contra Covid-19, observado nos últimos dois meses, fez cair 41% a média de mortes provocadas pela doença nos últimos dois meses, do pico de 3.125 no início de abril para 1.844 no fim do mês passado. Ao contrário do que é alardeado sobre uma terceira onda e vacinação parada, o Brasil aplicou nesses 61 dias dois terços dos 68,4 milhões de doses contabilizadas desde o começo da campanha.


Casos também caíram

Com relação à média de novos casos, a queda no mesmo período foi de 18%, de 75,1 mil no fim de março para 61,6 mil no fim do mês passado.


Quedas por mês

Segundo o Worldometer, a queda na média de mortes entre o início e o fim de abril foi de 22,5%, seguida por nova queda, de 23,8% em maio.


Principal motivo

O Brasil ultrapassou, no último dia de maio, a marca de 46 milhões de pessoas vacinadas, o que equivale a 22% da população brasileira.


Dia da virada

Em maio, a campanha de vacinação passou a contar com 47,6 milhões de doses da vacina Oxford/AZ, que passou a Coronavac (47,1 milhões).


Estados industrializados rejeitam reeleição na CNI 

Presidente da federação das indústrias de Minas (Fiemg), Flavio Roscoe foi à luta e enviou vídeo aos conselheiros e presidentes das demais entidades do setor com fortes críticas à prorrogação do mandato de Robson Andrade à frente da CNI. No primeiro turno, há dias, Andrade obteve 18 em 22 votos. Além de Roscoe, votaram contra as federações dos estados considerados mais industrializados do país: São Paulo (Paulo Skaf) e Rio de Janeiro (Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira).


Prática comum

A turma de Andrade ironiza Skaf, que teria alterado o estatuto da Fiesp por quatro vezes para se reeleger, assim como Gouveia Vieira na Firjan.


Ainda haverá 2º turno

Dentro de três semanas, um segundo turno decidirá a sorte da CNI, quando Robson Andrade poderá confirmar mais um ano de mandato.


Nem é delegado

Robson Andrade havia prometido não tentar reeleição. A rigor, ele não poderia concorrer por não ser delegado de nenhuma das federações.


Maio fechado

A campanha nacional de imunização contra Covid-19 fechou o mês de maio com mais de 21 milhões de doses aplicadas nos brasileiros. Foram 882 mil doses, em média, nos dias úteis, e 230 mil, sábados e domingos.


Preocupação

Quatro meses após acelerar a vacinação, o Chile chegou a 41,5% da população imunizada com duas doses, segundo a plataforma Our World in Data, cerca de 90% com Coronavac. No mesmo período, a média de novos casos pulou 71,7%, e 20,7% as mortes por Covid.


Futebol contra mesmice

Patinando na mesmice, a CPI da Pandemia recorre ao futebol, ameaçando convocar o presidente da CBF como uma “punição”, por ser portador do recado da Conmebol para realizar a Copa América no Brasil.


Retribuição a holofotes

Senadores que concordam em discutir futebol na CPI querem apenas bajular a Poderosa, que perdeu direitos de TV para o SBT, em retribuição aos generosos holofotes que fazem a alegria de suas excelências.


Não faz sentido

O Brasil promove campeonatos estaduais, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, joga nas copas Sul-Americana e Libertadores, promove quatro divisões do Brasileirão... Tudo pode. Copa América, não.


Liberdade virou mito

Maior das redes sociais, o Facebook se orgulha de haver censurado, incluindo o Instagram, 18 milhões de postagens desde o início da pandemia. Outras 167 milhões ganharam algum tipo de “carimbo”.


Tudo dominado

Viraliza (onde ainda é possível) um vídeo sobre a “isenção” do Instagram: uma mulher publica sem problemas o post “Bolsonaro genocida”, mas ao digitar “Lula genocida”, é barrada porque a frase “pode estar violando nossas diretrizes”. Diretrizes petistas, faltou dizer.


O intocável

Entre o primeiro e o segundo pedidos de convocação do governador da Bahia, Rui Costa (PT), na CPI da Pandemia, mais de 500 requerimentos foram apresentados. Até agora, o petista permanece intocável na CPI.


Pergunta no Itaquerão

Qual a diferença entre um Corinthians x São Paulo sem público e um Brasil x Argentina sem público?


PODER SEM PUDOR

Candidato incondicional

 

Vacinação no Brasil derruba os óbitos em 41%
Enio
 

No final de 1959, Quintanilha Ribeiro recebeu a cúpula da UDN (Carlos Lacerda e Magalhães Pinto, entre outros) em uma reunião para pressionar Jânio Quadros a ser candidato a presidente, “desde que aceitasse algumas condições”. Incomodado com a pressão, Jânio pediu uma “licencinha” e saiu da sala. Todos ficaram tomando uísque imaginando que o pré-candidato fora ao banheiro ou quem sabe buscar gelo. Até que perceberam que ele simplesmente tinha ido embora. Foi difícil, mas conseguiram convencê-lo a voltar à reunião. E não se falou mais em “condições”.

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Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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