Maia sonha governar o País até como premiê
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 01 de maio de 2019
Diego Prazeres - Grupo Folha
“Estamos muito entusiasmados com a perspectiva”
Onyx Lonrenzoni (Casa Civil) sobre a aprovação da PEC da Previdência neste semestre
Maia sonha governar o País até como premiê
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não disputará a prefeitura do Rio em 2020, tampouco o governo do Estado, em 2022. Mas seu projeto é “uma disputa majoritária”. Adoraria governar o Brasil. Acha-se em plenas condições e politicamente maduro para concorrer à presidência da República, mas admite suas limitações. Ainda que seja projeto distante, gostaria de ajudar a viabilizar a mudança do sistema de governo para uma espécie de presidencial-parlamentarismo.
Chefe de Estado
Rodrigo Maia imagina o Brasil em um sistema onde o chefe de Estado teria funções ampliadas, como no modelo francês, mas não governaria.
Modelo francês
No modelo sonhado por Maia, o presidente seria o responsável pelas áreas de Defesa e Relações Exteriores, por exemplo. E só.
Chefe de governo
Se depender de Maia, a gestão do País seria entregue a um primeiro-ministro convencional ou presidente de governo, como na Espanha.
Senado é o plano C
Se tudo der errado em suas pretensões políticas, Rodrigo Maia tem dito a amigos que na pior hipótese tentaria uma vaga no Senado.
DF: pesquisa mostra que 43,4% aprovam Ibaneis
Levantamento no Distrito Federal entre os dias 22 e 26 de abril revela que a gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB) tem 43,4% de aprovação, enquanto 50,6% a desaprovam. Porém, quando solicitados a qualificar o governo, a avaliação positiva dos entrevistados soma 59,7%: é Ótima para 3,4% do total, enquanto 20,8% avaliam como Boa a administração de Ibaneis Rocha e 25,5% consideram-na Regular.
Calcanhar de Aquiles
A pesquisa indicou também que para 66,9% da população a Saúde deveria merecer do atual governo de Brasília a principal prioridade.
Segundo bem distante
Saúde é algo central para a população do DF que a área em segundo lugar na lista de preocupações é Segurança, com apenas 9,4%.
Outras preocupações
Educação (7,5%) e desemprego (3,6%) e transporte (1.9%) estão entre as preocupações, no DF, na pesquisa que entrevistou 1.542 eleitores.
Deu certo
Toda a movimentação de Juan Guaidó na Venezuela, nesta terça (30), parece ter sido organizada para libertar o líder político Leopoldo López, antes que ele fosse assassinado pela ditadura de Nicolás Maduro.
Sentença achada na rua
O ministro Luís Roberto Barroso incomodou de modo particular os colegas quando, em Nova York, elogiou o clamor mais que qualquer outro valor, ao afirmar que faltam confiança e credibilidade ao STF porque o povo “não concorda” com decisões dos ministros.
Não fazem nem o básico
Está desatualizado desde 4 de abril o documento da Secretaria Geral da Câmara que mostra o “ritmo de trabalho” a Rodrigo Maia. Os servidores ganham muito, mas prevalece o corpo mole.
Felizes com o chefe
Apesar do que dizem as ONGs, que perderam poder e dinheiro com as mudanças, os servidores da Funai estão satisfeitos com a atuação do novo presidente, general Franklimberg Ribeiro de Freitas. Dizem que ele tem mostrado serviço e conhecimento técnico da área.
Olha a carta
A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) parou no tempo, ignorando as novas tecnologias. Pediu ressarcimento de R$4.494,09 com gastos de serviços postais. Deve ser a troca de cartas com o presidiário Lula.
Saudade das boquinhas
Petistas reclamam e chamam o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) de “anti-ministro”. Eles estão inconformados é com a extinção de cargos, boquinhas antes ocupadas pela companheirada.
Que vergonha
Em Itapipoca, uma multidão acompanhou o cortejo fúnebre de um traficante que, além de vender drogas, assaltava bancos. Seu apoio era decisivo na eleição para prefeito. Que Estado é esse?! Ceará, Brasil.
Deveria extinguir
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região vai leiloar carros oficiais usados pelos desembargadores. São sete Ford Focus, pretos, 2006. Poderia aproveitar e dar o exemplo, extinguindo a absurda mordomia.
Pergunta nas federais
Neste Dia do Trabalho, vai ter greve de filósofos e sociólogos?
PODER SEM PUDOR
Ops, erramos
O jornalista alagoano Jorge Oliveira resolveu visitar o amigo e conterrâneo Renan Calheiros, então presidente do Senado. O ganhador do Prêmio Esso chegou com dificuldade à residência oficial, na Península dos Ministros, por causa de uma bota de gesso no pé, mas avisou que estava ali para visitar o presidente e foi acomodado na sala. De repente, apareceu Severino Cavalcanti, então presidente da Câmara, com quem conversou por mais de uma hora. Imaginava tratar-se de outro visitante até descobrir, encabulado, que a residência do presidente do Senado era outra, a vizinha.
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Com André Brito e Tiago Vasconcelos
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