“O Brasil está prisioneiro de uma armadilha de baixo crescimento”

Ministro Paulo Guedes (Economia) sobre a necessidade das reformas no Brasil

Brasil é o último em pesquisa de ciências sociais

O Brasil está em vexatório último lugar, no mundo, entre os 44 países que publicaram ao menos mil trabalhos científicos ao longo de 2017, ano do levantamento mais recente. O número de artigos foi razoável, 73,6 mil no total, mas os 5,1 mil trabalhos na área de ciências sociais não produziram impacto minimamente relevante: apenas 711 citações, de acordo com índice mundial de Citações Por Publicação (CPP), segundo estudo divulgado pela Scimago Journal & Country Rank.

Banho em pesquisas

Meca do “capitalismo opressor e insensível”, os Estados Unidos fizeram 64,5 mil pesquisas sociais, quase 13 vezes a mais que o Brasil.

À frente do Brasil

A produção acadêmica da Suíça em ciências sociais é metade da brasileira, mas tem mais que o dobro em citações (CPP): 1,5 mil.

Números só pioram

Considerados os 158 países cujas pesquisas em ciências sociais foram mais relevantes, o Brasil, oitava maior economia, está em 78º lugar.

Para onde foi o dinheiro

Estudo do professor Marcelo Hermes-Lima mostrou que 70% das pesquisas em ciências sociais no Brasil tratam de gênero (LGBT etc).

Damares demite Tia Eron, que queria ser ministra

A ministra Damares Alves (Família etc) demitiu a ex-deputada Tia Eron (PRB-BA) da Secretaria de Promoção Social. A ministra não divulgou suas razões, mas fontes próximas dizem que ela atribui à ex-secretária as fake news sobre sua suposta saída do cargo. Eron e o ministério citaram “improdutividade” e “nomeação de petistas” como motivações, mas no ministério afirma-se que Tia Eron queria o lugar de Damares.

A substituta

O cargo de Tia Eron vai ser ocupado pela ex-deputada Rosinha da Adefal (Avante-AL), que atualmente é secretária-adjunta.

Futuro indefinido

Tia Eron não garantiu uma vaga na Câmara no ano passado. O partido agora discute o que fazer com a ex-deputada, que presidia o PRB-BA.

AMC Neto não quer

Segundo veículos de notícias da Bahia, “a única hipótese descartada é a volta da ex-deputada para a administração de ACM Neto”.

Já lá se vai a primeira

O governador do DF, Ibaneis Rocha, deflagrou a privatização do Metrô de Brasília. Ao cabo de quatro meses de governo, ele resgata um dos compromissos: promover a concessão de empresas públicas.

Otimismo em alta

Levantamento Paraná Pesquisas mostrou que alheio às polêmicas bestas envolvendo o filósofo da Virgínia, o Brasil se mantém otimista: 53,1% acreditam que o País está no rumo certo. Mesmo no Nordeste, reduto da oposição, os otimistas superam os pessimistas.

Chegou chegando

O contra-almirante Sergio Ricardo Segovia Barbosa chegou chegando na Apex Brasil: ao assumir, nesta segunda (6), demitiu os ex-diretores Letícia Catelani e Marcio Coimbra. Antes de escolher os substitutos.

Algo mudou

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro foi ao gabinete do ministro Paulo Guedes (Economia) para conversar e despachar. No governo de Dilma, o ministro da Fazenda era chamado ao Planalto só para ouvir gritos.

Olho nas meninas

Seguranças da Presidência da República participam da rotina do colégio particular de Brasília onde a filha e a enteada do presidente foram matriculadas. Discretos, fazem de tudo para não incomodar.

Tradição social

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, vai à Câmara debater políticas públicas para doenças raras. Depois de inovar na posse presidencial, Michelle continua tradição de primeiras-damas atuarem na área social.

Aqui primeiro

O governo oficializou o que os leitores desta coluna e do Diário do Poder sabem desde 20 março: medida provisória vai dar transparência total, como no modelo chileno, à relação entre lobistas e autoridades.

Bem entre empresários

Pesquisa BTG/Pactual junto a empresários e executivos de empresas mostra que 59% avaliam o governo Bolsonaro como “ótimo ou bom” e só 10% classificam a nova administração como “ruim ou péssima”.

Pensando bem...

...com o início da comissão especial da reforma da Previdência, nesta terça (7), há finalmente uma chance de o Congresso iniciar trabalhos em 2019.

PODER SEM PUDOR

O ‘furto’ que não houve

Imagem ilustrativa da imagem Brasil é o último em pesquisa de ciências sociais
| Foto: Charge

Brasília não merece mesmo a fama dos políticos que a frequentam. Quando renunciou ao mandato, na esperança de retornar ao poder pelas mãos dos militares e do povo, Jânio Quadros pediu ao ajudante de ordens, major Amarante, que deixasse no Palácio Alvorada um terno e sapatos. Mais tarde, em 1978, conforme relato de Murilo Melo Filho em seu soberbo “Tempo Diferente” (ed. Topbooks, Rio, 295 pp.), Jânio contaria uma lorota à revista Manchete: "a Presidência da República não me deu nada. Pelo contrário, andou me tirando. Lá, furtaram-me um terno, uma camisa e um par de sapatos...

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Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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