Auxílio pode ser prorrogado e passar dos R$500


“Nova máxima histórica”

Salim Mattar, presidente da Localiza e ex-secretário de Desestatização sobre o recorde da Bolsa de Valores


Auxílio pode ser prorrogado e passar dos R$ 500

O presidente Jair Bolsonaro autorizou estudos para prorrogar o auxílio emergencial, mas com aumento do seu valor, ao mesmo tempo em que se definem o novo formato e valor do Bolsa Família, que deve ser rebatizado de Renda Brasil. A decisão foi estimulada pelos sinais de recuperação da economia, com recordes de arrecadação. O desejo do presidente é que o maior valor do auxílio emergencial, hoje R$ 375, passe no mínimo R$ 500, podendo chegar àqueles R$ 600 pagos em 2020. 


Captou a mensagem

O ministro Paulo Guedes (Economia) admitiu estender o auxílio durante evento virtual, nesta quinta (27), mas não citou alteração nos valores. 


Redução tolerada

Com orçamento limitado, Bolsonaro admitiu a redução de valores, mas um ministro com gabinete no Planalto diz que ele “nunca se conformou”.


Entusiasmo retomado

As consequências políticas do aumento do auxílio, mas para valores que façam a diferença, entusiasmam a equipe econômica.


Impacto na avaliação

A expectativa é que os indicadores de popularidade do presidente e de aprovação do seu governo voltem a subir substancialmente.


Toffoli não votou para anular delação que o citava

O ministro Dias Toffoli, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), foi alvo da desinformação outra vez, esta semana. Ao contrário do noticiário, ele não votou pela anulação da delação do ladrão Sérgio Cabral, que o menciona. Aliás, ele nem sequer é citado no caso julgado nesta quinta-feira (27), a partir de recurso da Procuradoria Geral da República de março de 2020. Cabral cita Toffoli em uma segunda delação, aliás, já rejeitada pelo ministro Edson Fachin no último dia 14.


Muito anterior

O agravo da PGR julgado na quinta é contra a decisão que homologou o acordo de delação, muito anterior a qualquer referência a Toffoli.


Reação indignada

A crítica a Toffoli por “ter votado” o que não votou provocou reações indignadas de advogados como Eduardo Toledo, ex-diretor-geral do STF.


Ignorância

Toledo apontou má-fé ou absoluto desconhecimento de críticos, sendo mais grave para quem tem formação jurídica: “Fala sobre o que não leu.”


É comprovante, não cédula

O presidente da Associação dos Peritos Criminais Federais, Marcos Camargo, e o auditor Roger Maciel, revelaram na Câmara que o registro impresso do voto é mais uma forma de garantir a segurança da eleição. “Todo investimento nessa área não é dinheiro jogado fora”, disse Maciel.


Cargos, sempre eles

O Senado ignorou questionamentos sobre a manutenção de gabinete de liderança para a Rede sem o mínimo de três senadores. Apesar disso, há dois comissionados com salários de R$11,4 mil lotados na Liderança.


Covid no mundo

Entre sexta (21) e sexta (28), foram registrados 2,5 milhões de novos casos da Covid em todo o mundo e outras 75 mil perderam a vida para o vírus. Ao mesmo tempo, 4,6 milhões de pessoas se curaram.


Quem manda na CPI?

Enquanto o presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), aprovou apenas oito dos seus requerimentos, três para ouvir emissários da EMS, Pfizer e União Química, seu vice emplacou 73, e o relator, 53.


Sincericídio acidental

Em audiência na Câmara, o vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios, Marcos Silva, disse que apenas 324 das 11.542 agências dos Correios dão lucro em todo o País. Só 2,8%.


Esse, sim, relevante

A CPI da Pandemia aprovou requerimento de um dos poucos senadores governistas ativos na CPI da Pandemia, Marcos Rogério (DEM-RO), para convocar o secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, que é o responsável pela saúde no Estado desde a crise do oxigênio.


Trabalho ou atrapalho?

A pedido de três deputados do Psol, a Comissão de Educação da Câmara marcou para terça (1º) audiência com Paulo Guedes (Economia) para tratar de “cortes orçamentários das universidades públicas”.


Show de realidade

Os embaixadores da Alemanha, Austrália, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Índia, Reino Unido e União Europeia visitaram a hidrelétrica de Itaipu a convite de Carlos França (Itamaraty) e Bento Lima (Minas e Energia). Fontes renováveis são 85% da matriz energética do Brasil.


Pergunta na Bolsa

Recorde da bolsa com alta da Petrobras, dólar em queda e economia em alta são resultado de “interferência política” na estatal?


PODER SEM PUDOR

Existe jantar grátis

 

Auxílio pode ser prorrogado e passar dos R$500
Enio
 


O saudoso deputado Maurício Fruet (PR) era mesmo um gozador. Nomeado prefeito de Curitiba em 1983, ele cedeu a vaga na Câmara ao suplente Dílson Vanchin, marinheiro de primeira viagem. Fruet aplicou-lhe uma “peça”, dizendo que era praxe vender tudo o que havia no gabinete. Vanchin nem desconfiou dos valores irrisórios que pagou. Contou a amigos: “Dizem que o Fruet é esperto. Que nada! Fiz o melhor negócio da vida!” Convidado para um jantar com a bancada, na despedida de Fruet, Vanchin soube então que o dinheiro era para pagar a conta do restaurante...

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Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br


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