Acordo com UE consagra o chanceler
PUBLICAÇÃO
sábado, 29 de junho de 2019
Claudio Humberto 
“Vamos abrir nossa economia e mudar o Brasil para melhor”
Presidente Jair Bolsonaro celebrando o sonhado acordo Mercosul/União Europeia
Maioria acha que Moro errou ao virar ministro
Levantamento do Paraná Pesquisa para o site Diário do Poder e esta coluna mostra que 52,1% dos eleitores consideraram “um erro” a ida do ex-juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça. Moro desistiu da magistratura após ser convidado pelo então presidente eleito Jair Bolsonaro para integrar a equipe do novo governo. São 40,7% aqueles que acreditam que Moro “acertou” na decisão de assumir o ministério.
Incerteza
Indagados sobre se o ex-juiz federal Sérgio Moro acertou ou errou em deixar sua carreira e virar ministro, 7,2% não souberam responder.
Para jovens, um erro
A taxa mais alta daqueles que consideram a mudança de carreira de Moro um erro está entre os jovens de 16 a 24 anos: 57,8%.
Acerto no Sul
Apenas os eleitores entrevistados da região Sul majoritariamente acham que Moro acertou em virar ministro: 49,2%.
Dados da pesquisa
O Paraná Pesquisa entrevistou 2.102 brasileiros em 158 municípios das 27 unidades da federação, entre 20 e 25 de junho.
Acordo com União Europeia consagra o chanceler
O fechamento do sonhado acordo entre Mercosul e União Europeia confere prestígio ao ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), até agora alvo do desdém de parte dos velhos diplomatas, e garante a estabilidade no cargo, interrompendo especulações sobre “iminente substituição”. O chanceler foi cumprimentado efusivamente pelo presidente Jair Bolsonaro, que considerou o acordo histórico.
Acordo de gente grande
Bolsonaro lembrou o objetivo de abrir a economia e, não sem razão, lembrou que Mercosul e UE somam um quarto da economia mundial.
PT optava pelo atraso
A recusa dos governos do PT de abrir a economia, mantendo o Brasil na rota do atraso, inviabilizou o acordo por mais de uma década.
O ‘serpentário’ perdeu
Está oficialmente na cesta do lixo o falatório sobre a “demissão” de Ernesto Araújo e sua indicação para a embaixada em Washington.
Romário, o cartola
O senador e ex-craque Romário está sendo tentado a comprar o controle do Brasiliense, time do ex-senador Luiz Estevão cuja história é marcada por vários títulos regionais e alguns feitos nacionais.
O trabalho é outro
O tráfico de drogas pode até ser o ramo de atuação do sargento preso na Espanha, mas não podia estar mais longe do trabalho da FAB. Além de patrulhar os céus brasileiros, aviões da FAB transportaram este ano 28 corações, 35 fígados, 13 rins e cinco pulmões para salvar vidas.
Sem o menino
A reunião bilateral com a França rendeu além de bons negócios, fotos excelentes. Em uma, o presidente francês Emmanuel Macron, gentil, dispensou o garçom e serviu água ao colega brasileiro Jair Bolsonaro.
Emendas para reparos
No mesmo dia em que o governo do DF interditou a plataforma da rodoviária de Brasília, as deputadas Celina Leão (PP) e Flávia Arruda (PL) arrumaram R$7 milhões e emendas para ajudar nos reparos.
O chefe da Abin
Diretor-geral da agência de inteligência Abin, um dos órgãos criticados pelos bolsonaristas em razão do caso do sargento bandido, o delegado federal Alexandre Ramagem Rodrigues foi quem assumiu o esquema de segurança do candidato Bolsonaro, após a facada em Juiz de Fora.
Real, 25 anos
No dia 1º de julho, o Real completa 25 anos como a moeda oficial do Brasil. Lançado em 1994 sob a batuta do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, já chegou a valer mais que o dólar.
Novo e empregos
O partido Novo foi dos poucos a celebrar os dados do Caged. É que dos 32,1 mil empregos formais criados em maio, 18,3 mil foram em Minas Gerais, do governador Romeu Zema (Novo).
Novo golpe
Clientes NET dizem ter recebido boleto no e-mail para pagar conta atrasada, mas o boleto era falso e apenas parecia ser da NET. Mas todos confirmam que tinham contas atrasadas.
Pergunta de toga
Se vingar a lei contra abuso de poder, que proíbe juízes de emitir opinião, os ministros do STF vão parar de dar entrevistas?

PODER SEM PUDOR
Santa inspiração
Deus não ajudou o então governador catarinense Luiz Henrique (PMDB) naquele dia de 2004: ao lado do autor, ex-ministro Rafael Grecca, exibia orgulhoso às freiras de Nova Trento o projeto de construção do santuário de Madre Paulina. Uma das freiras achou-o “carnavalesco” e outra sacramentou: “É incompatível com os ensinamentos da fundadora da Ordem do Sagrado Coração de Jesus...” Construíram um mais simples, sem dinheiro dos contribuintes.
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Com André Brito e Tiago Vasconcelos
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