Rafinha, Filipe Luís, Daniel Alves, Juanfran chegaram. Balotelli, tá afivelando as malas. Outros nomes de medalhões europeus estão sendo especulados. Uma nova onda atinge o futebol brasileiro e mostra que ele respira. As contratações recentes feitas por clubes nacionais voltam a colocá-los em evidência no mundo do futebol, prometem tornar o nível do Brasileirão melhor e devem tirar da zona de conforto treinadores que receberam estes atletas com a missão de montar um time eficiente para eles jogarem.

Sempre critiquei os valores que times brasileiros pagam para trazer “reforços de peso”. Continuo achando um desaforo ao clube um presidente topar pagar salários de R$ 600 mil, R$ 800 mil para jogadores do nível de Lucas Lima, Geuvânio, Diego Souza, Uribe, Diego e tantos outros.

Mas no caso das contratações atuais, falamos de atletas de alto nível que, apesar da idade, ainda vão deitar e rolar por aqui e que tinham muito mercado ainda fora do Brasil. A chegada deles muda o patamar do Brasileirão e mostra que, com um bom projeto, você consegue convencer as estrelas a jogarem por aqui e também fazê-las “se pagarem”.

A chegada mais impactante é de Daniel Alves. Custa-se a acreditar que o melhor jogador da Copa América, o que mais títulos tem no futebol e que poderia jogador em protagonistas da Liga dos Campeões da Europa escolheu voltar ao Brasil. Que os demais clubes consigam se planejar para fazer o mesmo. Essa mistura de revelações da base com estrelas mundiais pode ser a receita da retomada do futebol brasileiro.

Tem que ganhar

O América-MG tem tradição, jogou a Série A ano passado e tudo mais, atuará em casa, mas hoje está na lanterna da Série B e o Londrina é o terceiro. A situação das duas equipes exige uma vitória alviceleste. Se o Londrina quer mesmo subir, tem que vencer os adversários que estão lá embaixo. Não pode vacilar. São esses jogos que decidam o acesso lá na frente. E buscar a vitória passa por jogar e não se esconder e isso o técnico Alemão sabe fazer muito bem.

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