Sub-23 acabou
Alguns alvicelestes mais exaltados disseram após a eliminação no Paranaense que era "uma vergonha ser eliminado pelo sub-23 do Atlético". Bem, a média de idade dos dois times que iniciaram a partida de quarta-feira (28) é bem semelhante: do Londrina, 24,36 anos, e do Atlético, 22,27. Dois jogadores daquele Furacão "alternativo" são mais velhos que qualquer um do onze do LEC: Deivid e Ederson, ambos de 29 anos. O jogador mais velho do Londrina naquele dia foi Lorenzi, de 28 anos. Quase metade do time do LEC (cinco atletas) tinha até 23 anos: Alan, Lucas Costa, Moisés, Romisson e Carlos Henrique.

Sub-23 acabou 2
O próprio Atlético não usa mais o termo sub-23 para se referir ao time que disputa o Estadual: no seu site oficial, chama de "aspirantes". Por curiosidade, os dois técnicos dos finalistas da Taça Caio Júnior, Marquinhos Santos e Tiago Nunes, têm a mesma idade: 38 anos.

Síndrome de Estocolmo
Há algumas semanas, falamos da mania que o Londrina tem de contratar ex-profissionais do Coritiba que venceram o Tubarão e o humilharam com provocações. Pois não é que Leandro Almeida, um dos mais aplicados "ceifadores" da semifinal do Paranaense de 2015, vem aí?

Livro
O goleiro Vítor estará em Londrina no próximo dia 16 para o lançamento do seu livro "Vítor, o goleiro. Verdade de campeão". O evento será no Hotel Bourbon, às 20 horas. Trata-se da biografia do ídolo alviceleste. "Conto desde a infância e o sonho de ser atleta, como me tornei goleiro, minhas conquistas, frustrações, sonhos realizados, conquistas no futebol, e o Londrina tem grande parte da história", afirmou. Vítor revelou também que já está produzindo o volume 2 do livro.

Ídolo
Vítor está morando em Salvador e tem se dedicado, quase totalmente, à produção e comercialização do livro. Apesar disso, o goleiro ainda não abandonou o sonho de voltar a jogar. "Enquanto eu estiver apto fisicamente, inclusive em relação à idade, acreditarei que um time possa me abrir as portas. Por isso treino todo dia para manter a parte física. Quando perceber que o corpo não corresponde mais, aí a realidade definirá a aposentadoria dos campos. Enquanto isso não acontece, continuarei sonhando", comentou. Vítor jogou no LEC de 2014 a maio de 2016. O Londrina não quis renovar o seu contrato porque o goleiro não poderia jogar aos sábados, já que segue a denominação adventista. Seu último clube foi o PSTC, no Paranaense de 2017.

Paranaense
Os campeonatos estaduais, com raríssimas exceções, estão cada vez mais desprestigiados pelos clubes, jogadores e torcida. O Paranaense deste ano, apesar de até ter uma fórmula mais interessante, não chama a atenção de quase ninguém e chegou ao cúmulo de ter um Atletiba na final com apenas 9.577 pagantes. Uma vergonha para o nosso futebol. A média do campeonato é de irrisórios 2.928 pagantes. Até quando o Paranaense vai resistir e até quando os clubes vão permitir a desvalorização das suas marcas e perda de receitas?

mockup