Brasileirão vem aí 1
Com o Campeonato Paranaense já no segundo turno, a Taça Caio Júnior, nenhum dos quatro representantes do Estado nas séries A e B do Brasileiro empolgou até agora. Considerando o baixo nível técnico do Paranaense, há motivos para preocupação. Londrina e Paraná Clube contribuem mais para esse cenário, já que venceram apenas um jogo cada em sete partidas. E o Tricolor terá um páreo muito mais duro que o Tubarão no Brasileiro, já que volta a jogar a Série A este ano depois de dez temporadas na B.

Brasileirão vem aí 2
O Coritiba, embora tenha sido campeão da Taça Dionísio Filho (o primeiro turno), também colheu resultados preocupantes, como os empates com Prudentópolis e Rio Branco e a derrota para o Maringá (esta com o time reserva) em pleno Couto Pereira. O Atlético, que mais uma vez disputa o Paranaense com time "alternativo" para ter a desculpa perfeita caso não seja campeão (se vencer, é porque é um clube organizado; se perder, é porque jogou com os reservas e o campeonato não vale nada), também está longe de empolgar com sua equipe principal, que disputa a Copa do Brasil: precisou de empate com o Caxias e vitória suada sobre o pequeno Tubarão-SC para chegar à terceira fase, na qual empatou sem gols com o Ceará em Curitiba no jogo de ida.

Futebol, que é bom...
Se faltou emoção no empate do Londrina com o Prudentópolis no estádio do Café, domingo (4), fora dele não se pode dizer o mesmo. Enquanto a bola rolava, alguns torcedores simplesmente esqueceram da partida por alguns minutos. É que um apaixonado resolveu oficializar a união com a namorada, pedindo-a em casamento. União nas arquibancadas e divórcio (do bom futebol) dentro das quatro linhas.

Sem bateria
Não foram somente as lesões em lances despretensiosos que chamaram atenção no confronto. No momento em que um jogador do Prudentópolis caiu no gramado e o árbitro autorizou a entrada do carrinho móvel para retirá-lo, a bateria do veículo "arriou". O motorista até que tentou dar um empurrãozinho no carro, mas não teve jeito. O atleta, vendo toda a situação, desistiu de esperar e se retirou andando, com o auxílio dos companheiros de time.

À flor da pele
Durante a partida e no pós-jogo, as vaias ecoaram do acanhado público presente ao Café. Foi depois do apito final, porém, que os ânimos ficaram exaltados. Um grupo de torcedores que estavam à beira do alambrado dirigiu muitas ofensas ao técnico Ricardinho e um princípio de confusão se formou quando outros alvicelestes, que não concordavam com o excesso nas cobranças, foram tirar satisfação. A segurança teve que intervir e sobrou até para as famílias dos jogadores que costumam assistir aos jogos do LEC nas cadeiras cativas.

Não desistiram
Quando somente a imprensa e o elenco do Londrina ainda estavam no estádio, o mesmo grupo de torcedores exaltados fez "acampamento" no portão de saída do Tubarão. Chamando alguns jogadores de "mascarados", cobraram mais empenho. A segurança precisou fazer escolta dos atletas que seguiram para casa em seus carros e não com o ônibus do time.

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