Acabou em pizza
Pizza
A logística complicada e a distância de Ariquemes (RO) geraram uma situação atípica para o elenco do Londrina, após a vitória sobre o Real Ariquemes e a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil. Com o voo de volta marcado para Porto Velho apenas algumas horas após a partida a distância de Ariquemes para a Capital é de 200 quilômetros , o Londrina não teve tempo para jantar no hotel e o jeito foi apelar para a pizza. Várias pizzas foram compradas e atletas e comissão técnica foram comendo dentro do ônibus durante o trajeto de Ariquemes a Porto Velho. O sabor mais apreciado pelos jogadores foi calabresa.
Ídolo
Entre todos os integrantes da delegação do Londrina em Rondônia, o mais assediado pelo torcedor local foi o técnico Ricardinho. Campeão do mundo em 2002 e ídolo de Corinthians, Santos e São Paulo, o treinador foi literalmente cercado por dezenas de torcedores após a partida. Todos em busca de uma foto e um autógrafo do ex-jogador. Apesar da pressa que o LEC tinha para deixar Ariquemes, o treinador atendeu a todos com muita paciência. "Tem torcedor que aguarda uma oportunidade desta a vida toda e, provavelmente, nunca mais terá uma chance. Entendo isso e procuro ser solícito com todos. Cinco minutos a mais de atenção não vão fazer diferença nenhuma", relatou o treinador.
Quilometragem
E por falar em viagem, o time "alternativo" do Atlético finalmente vai pegar a estrada na quinta rodada do Campeonato Paranaense. No sábado (10), enfrenta o Cascavel no Oeste. Até agora, o time curitibano não deixou a Capital, porque recebeu Maringá e Cianorte na Arena da Baixada e visitou Paraná e Coritiba na Vila Capanema e Couto Pereira, respectivamente. Enquanto o Atlético não chegou a Campo Largo, Maringá e Londrina já acumulam cada um mais de 1,7 mil quilômetros viajados no Estadual, contando ida e volta. E o LEC ainda teve no meio do caminho a extenuante viagem para Rondônia. O Atlético viajou a Caxias do Sul para jogar pela Copa do Brasil, mas aí quem jogou foi o time principal. No fechamento da Primeira Taça, na sexta rodada, o time "alternativo" atleticano atua de novo em Curitiba, contra o Foz do Iguaçu. Se terminar a fase na liderança do grupo B, tem o direito de atuar em casa no jogo único da semifinal. Se o clube é inimigo declarado da FPF (Federação Paranaense de Futebol), imagine se fosse amigo...
Parceria
O gestor do LEC, Sérgio Malucelli, anunciou uma parceria para as categorias de base com o recém-fundado Hope FC. O clube é de propriedade do empresário Marcelo Lipatin, representante de vários jogadores que atuam no Alviceleste e amigo de Malucelli, e tem a sua sede no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba. O Hope vai usar as cores do LEC em competições estaduais nas categorias sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17. O Londrina terá prioridade sobre os jogadores que se destacarem e os direitos econômicos serão divididos em 50% entre as partes. O Hope tem parceria também com o Saint-Étienne, da França. Se algum jogador for para a Europa, o LEC ainda fica com 25% dos direitos. O Londrina garante que não fará investimentos para manter a escolinha em Curitiba.





