Pioneirismo e legado em livro sobre Sérgio Bonocielli

O pioneirismo de Sérgio Bonocielli que se transformou num legado agora está registrado no livro biográfico escrito pelo jornalista Fábio Luporini. São mais de 300 páginas que contam a vida de um personagem que nasceu no Rio Grande do Sul, fez carreira no Banco da Província (depois Banco Sul Brasileiro) e, por conta das atividades como gerente bancário veio parar em Londrina, onde se tornou um empresário de sucesso. Aliás, talvez nem ele imaginasse ou pudesse prever o que aconteceria nos anos seguintes, mas, naqueles anos finais da década de 1980, estava nascendo o transbordo multimodal entre trem e caminhão no Brasil, conhecido também como transbordo rodoferroviário. O resultado não poderia ser diferente: um livro recheado de histórias, com a essência e os valores familiares de Sérgio pelas entrelinhas, além de depoimentos de amigos, clientes e familiares. O prefácio é assinado pelo vice-governador e presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana, que já confirmou presença no lançamento do livro.

Sérgio Bonocielli
Sérgio Bonocielli | Foto: Divulgação

Empresas em transformação

Há mais de duas décadas, o contador Jorge Paiva acompanha de perto a evolução da legislação tributária brasileira e seus reflexos no dia a dia das empresas. À frente do Escritório Contábil Ipiranga, viu planos econômicos, reformas, crises e mudanças fiscais transformarem a rotina de quem empreende. Agora, em meio à implementação da reforma tributária e a novas discussões sobre Simples Nacional, distribuição de lucros e MEI, ele fala sobre um momento que considera decisivo para o futuro das empresas.

Depois de tantos anos na área tributária, este é um dos momentos mais desafiadores da profissão?

Sem dúvida. Há mudanças estruturais acontecendo ao mesmo tempo e elas exigem estudo constante. Meu trabalho nunca foi apenas calcular impostos. Sempre foi ajudar empresários a tomar decisões melhores.

O planejamento tributário ganhou outro peso nesse cenário?

Sempre foi importante, mas hoje ele passou a fazer parte da estratégia do negócio. Uma decisão tomada agora pode refletir por muitos anos, principalmente para empresas que estão em fase de crescimento.

Você acompanha empresários há muitos anos. O que mais mudou nesse relacionamento?

Gosto de dizer que nenhuma empresa quebra por causa de um imposto isolado, mas muitas perdem competitividade por falta de planejamento. Hoje o empresário quer compreender o que está acontecendo. Ele participa das decisões.

O que mais chama sua atenção neste momento de transição tributária?

A velocidade das mudanças. É um período que pede cautela, mas também oportunidade. Quem estiver bem orientado conseguirá atravessar essa fase com mais segurança e aproveitar melhor o novo cenário.

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Do pré-wedding ao altar

O castelo medieval da vinícola La Dorni, em Bandeirantes, no Norte Pioneiro, foi o cenário para o ensaio de pré-wedding do casal Amanda Cairrão e Rodolfo Luis Sardi, que se casam em agosto, em Londrina. Ela pedagoga e ele empresário, estão às voltas com os últimos preparativos para a cerimônia, que será celebrada por Fábio Luporini, no Village. Nos bastidores, a organização de Charlene Reis. A noiva vestirá um modelo assinado por Sérgio Gaviolli, enquanto o noivo terá um terno com assinatura de Flávio Pamplona. As fotos de Felipe Krieger mostram o clima de romance que levará os noivos até o altar.

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Tendência inspirada na J-beauty

A influência da beleza japonesa ganha cada vez mais espaço no universo da maquiagem e inspira o mais novo lançamento de Quem Disse, Berenice?. A marca acaba de apresentar o Mochi Blur, blush multifuncional para bochechas e lábios inspirado no tradicional doce japonês mochi. Com textura aveludada, efeito blur e alta pigmentação, o produto foi desenvolvido para proporcionar um acabamento suave e permitir a construção de camadas, acompanhando uma das principais tendências da J-beauty. Disponível em quatro versões Cacau Matcha, Amora Fuji, Goji Berry e Lichia Sakura, o lançamento também marca a estreia da plataforma Sweet Lab, que reúne produtos com foco em sensorialidade, inovação e forte apelo visual. O Mochi Blur já pode ser encontrado nas lojas físicas e no e-commerce da marca em todo o Brasil.

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| Foto: Divulgação

Patrimônio histórico como ativo econômico

Encontro reuniu 13 especialistas em Curitiba para discutir como a preservação do patrimônio histórico pode impulsionar a economia, revitalizar centros urbanos e fortalecer a identidade das cidades. O patrimônio histórico deve ser tratado como ativo econômico e incorporado às estratégias de desenvolvimento urbano. A avaliação é do ex-ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, durante Seminário Mercado e Patrimônios Históricos, realizado em 30 de junho, na Casa Paraná Business |PUCPR, em Curitiba. O evento, promovido pelo LIDE Paraná, reuniu representantes do poder público, setor privado e especialistas em urbanismo e cultura.

Na abertura, Sá Leitão ressaltou que o valor dos imóveis históricos vai além da preservação física e está ligado à capacidade de gerar novos usos e atividade econômica. “O patrimônio cultural não deve ser visto como custo ou passivo, mas como um ativo econômico, social e simbólico, capaz de transformar cidades”, afirmou. O ex-ministro destacou que patrimônio cultural e economia criativa compõem um mesmo ecossistema produtivo, que envolve áreas como arquitetura, design, gastronomia, turismo e comunicação. Nesse cenário, defendeu o reuso adaptativo como estratégia central para preservar os imóveis e reinseri-los na dinâmica contemporânea das cidades.


Curitiba no centro do debate sobre reocupação urbana. O seminário colocou a capital paranaense no centro das discussões sobre revitalização. Atualmente, a cidade concentra mais de 600 imóveis preservados, sendo 478 Unidades de Interesse de Preservação (UIPs) localizadas apenas na região central. O debate ocorre em um momento estratégico, em que Curitiba revisa o seu Plano Diretor e implementa o programa municipal Curitiba de Volta ao Centro. A iniciativa prevê até R$ 163 milhões em incentivos fiscais, econômicos e construtivos voltados ao retrofit e ao restauro de imóveis históricos até 2032. O programa recentemente venceu o Latam Smart City Awards, prêmio de cidades inteligentes da América Latina.

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