Mulheres que edificam lares começam pelo coração

A Mentoria Edifiquê, Experiências Cristãs abre inscrições para sua primeira turmade 2026 com uma proposta clara e profunda: conduzir mulheres a um tempo intencional de transformação interior, reposicionamento do coração e restauração de relacionamentos, refletindo diretamente dentro dos lares. Com duração de oito semanas e encontros semanais, a Edifiquê vai além de uma mentoria tradicional. Trata-se de uma experiência cristã única, estruturada para mulheres que desejam edificar seus lares a partir de princípios e valores bíblicos, fortalecendo vínculos, curando feridas emocionais e ressignificando papéis com amor, paz e propósito. Durante o percurso, as participantes mergulham em fundamentos bíblicos aplicáveis à vida prática, desenvolvendo maturidade emocional e espiritual, identidade, comunicação saudável e alinhamento de valores, pilares essenciais para lares restaurados e relacionamentos edificados. A mentoria é liderada por Camila Schweger e Andrea França Zavierucha, que conduzem os encontros com sensibilidade pastoral, direcionamento bíblico e uma visão estratégica de desenvolvimento feminino cristão. “A Edifiquê nasce do desejo de ver mulheres curadas, fortalecidas e conscientes do seu papel como edificadoras do lar, começando pelo coração”, destacam as idealizadoras.

Camila Schweger e Andrea França Zavierucha
Camila Schweger e Andrea França Zavierucha | Foto: Divulgação

Parcerias e cooperação com a Índia

Uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e Patrimônio da Unesco, o Taj Mahal como cenário revela: Cristianne Cordeiro Nascimento está na Índia. A viagem, que possibilitou uma rápida visita a um dos pontos turísticos mais importantes da humanidade, faz parte de uma missão técnica e de cooperação. Presidente da governança Londrina Inteligente, Assessora de Relações Institucionais e Inovação da Fundação Araucária, além de Coordenadora do Projeto de Pesquisa Seda Brasil e Diretora de Inovação da Abraseda, Cris Cordeiro participou da assinatura de uma parceria que trará ao Paraná supercomputadores que impactarão no desenvolvimento, inclusive, de questões ligadas às cidades inteligentes. Ela também participará da assinatura de parcerias de transferência e compartilhamento de tecnologia e conhecimento na área da seda.

Cristianne Cordeiro Nascimento
Cristianne Cordeiro Nascimento | Foto: Divulgação

Mobilidade e longevidade em pauta

O Brasil vive um acelerado processo de envelhecimento populacional e, hoje, mais de 32 milhões de brasileiros já têm 60 anos ou mais, segundo dados do IBGE. O cenário reforça a importância de um novo olhar para a saúde das articulações, diretamente ligada à autonomia, qualidade de vida e bem-estar ao longo dos anos. Especialista ouvido pela Zimmer Biomet, o ortopedista Dr. Guilherme Morgado Runco destaca que envelhecer não precisa ser sinônimo de perda de mobilidade. Fortalecimento muscular, controle de peso, atividade física orientada e acompanhamento médico regular são aliados importantes na prevenção da artrose e de outras condições articulares comuns na maturidade. O avanço da ortopedia também tem contribuído para esse cuidado. Tecnologias como os robôs cirúrgicos ROSA, já utilizados no Brasil em cirurgias de joelho e quadril, ampliam a precisão dos procedimentos e favorecem uma recuperação funcional mais eficiente. Ainda assim, o especialista reforça: prevenção e diagnóstico precoce seguem sendo os maiores aliados para garantir movimento, independência e qualidade de vida no futuro.

Lições das pistas para os negócios

Mario Marcondes é Diretor-Presidente e membro do Conselho de Administração da Conasa Infraestrutura S.A., grupo que ajudou a fundar e que hoje atua em concessões de saneamento, rodovias e energia em diferentes estados brasileiros. Londrinense, divide a rotina executiva com uma trajetória consistente no automobilismo: é piloto da equipe Braço Curto Motorsport e compete tanto no off-road quanto no asfalto, com participações em provas como o Rally dos Sertões, as 1000 Milhas de São Paulo e o campeonato Império Endurance Brasil. No endurance, foi campeão brasileiro em 2019 (categoria P4) e em 2022 (categoria P2). No rali, venceu o Rally dos Sertões em 2017 (categoria Super Production) e acumulou resultados nacionais, incluindo vice-campeonato em 2019, na categoria Pro Brasil e o vice campeonato na categoria Ultimate BR e o quinto lugar na classificação geral dos carros no Rally do Sertoes em 2025.

Como você equilibra a adrenalina das pistas com a rotina de empresário? Vitórias, desistências e perdas mudaram sua visão de risco nos negócios?

O mundo empresarial me exige disciplina, método, consistência. As corridas me devolvem foco, presença e humildade, porque lá você não controla tudo. Você prepara o carro, prepara o corpo, prepara o time, mas a prova te lembra que sempre existe variável: clima, terreno, navegação, quebra mecânica, erro humano e também, vitórias, desistências e perdas que mudaram minha visão de risco. No rali, você tem que saber quando acelerar e quando preservar. Às vezes, o ato mais inteligente não é “andar mais rápido, é “chegar”. Nos negócios é igual: tem hora de atacar e hora de proteger caixa, reputação, governança e pessoas.

Quais lições do mundo dos negócios você leva para o cockpit?

Planejamento, processos e comunicação. Prova longa é projeto grande: tem meta, tem orçamento, tem plano A/B/C e tem governança dentro do carro, cada um precisa saber seu papel. No rali e no endurance você vive sob pressão, aprende a decidir rápido com informação incompleta, a antecipar cenário e a gerir crise sem drama. Quebrou? Resolve. Perdeu tempo? Recalcula. Errou navegação? Volta e corrige. E isso é muito aplicável na vida corporativa dos tempos atuais porque a velocidade do mundo dos negócios aumentou de tal forma que exige tomada de decisões rápidas.

Como CEO da Conasa Infraestrutura, como você mescla sua trajetória de piloto off-road/endurance com a atuação à frente da companhia?

Eu costumo dizer que corrida é a minha terapia, mas é mais do que isso: é um contraponto mental. Quem lidera uma empresa vive num fluxo contínuo de pressão, responsabilidade, regulação, risco reputacional, decisão difícil e cobrança por resultado. Se você não cria um espaço real de desligamento, você perde o essencial: clareza e saúde mental. Na corrida eu volto para um lugar muito simples: presença. Você não consegue “meio estar”, ou você está 100% ali, ou você erra. Isso funciona como uma higiene mental. E paradoxalmente, quanto mais eu me desligo do mundo corporativo por algumas horas, mais eu volto inteiro para ele: com energia, com visão e com capacidade de decisão melhor.

Qual sua prioridade para 2026–2027?

É continuar evoluindo nos dois mundos. Na Conasa, seguir entregando crescimento com eficiência, governança e qualidade operacional. E, no lado pessoal, manter o esporte como parte da rotina, porque ele me dá energia, saúde mental e equilíbrio para decidir melhor.

Mario Marcondes
Mario Marcondes | Foto: Divulgação

Entre conhecimento e visão de mundo

Lacier Dias está em uma fase especial de aprofundamento acadêmico na Fundação Dom Cabral, onde cursa doutorado em gestão com foco nos grandes desafios contemporâneos. O programa aborda temas como indústria 4.0, novos modelos de gestão, sustentabilidade, ESG e energia limpa, sempre conectando estratégia, tecnologia e pessoas. Com uma linha de estudo voltada à Inteligência Artificial aplicada à gestão e ao marketing, Lacier participa de imersões periódicas no campus da instituição, intercaladas com atividades online, reforçando seu compromisso com inovação, conhecimento e visão de futuro.

Lacier Dias
Lacier Dias | Foto: Arquivo pessoal
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