Durante sua passagem por Londrina, a educadora parental Carol Binhame trouxe uma reflexão urgente sobre o modo como pais e responsáveis têm ocupado o tempo livre das crianças nas férias escolares especialmente quando recorrem ao uso excessivo de telas como solução para entretê-las.

Carol Boinhame alerta para a “terceirização do cuidado”
Carol Boinhame alerta para a “terceirização do cuidado” | Foto: Divulgação

Segundo Carol, quando as férias dos filhos não coincidem com as dos adultos, muitos pais se veem sobrecarregados e, sem alternativas, acabam delegando esse tempo precioso ao celular, à TV ou aos jogos online. O problema, segundo ela, é que essa “terceirização do cuidado” pode trazer sérios prejuízos ao desenvolvimento físico, emocional e social das crianças. O uso descontrolado de telas compromete a concentração, o sono, a visão, e ainda pode potencializar quadros como ansiedade, depressão e até TDAH.

Carol aponta que hoje confundimos descanso com consumo de conteúdo digital e isso também se reflete nas crianças. “A tela passou a representar lazer, conexão e pertencimento”, afirma. Mas, ao entregar todos esses papéis para um único aparelho, perdemos o essencial: a convivência real, o tempo de qualidade e o fortalecimento dos vínculos.

Para ela, a chave está no resgate do simples: jogos em família, brincadeiras ao ar livre, tempo com amigos, papel e caneta, bola no quintal, conversa olho no olho. “O tédio é o início da criatividade”, reforça. Mais do que entreter, as férias podem ser uma chance de criar memórias afetivas e desenvolver habilidades que a tecnologia não oferece. E quando o assunto é responsabilidade, Carol é direta: o adulto precisa assumir seu papel com firmeza e afeto. “Nós somos o cérebro maduro da relação. Colocar limites não é fácil, mas é necessário. Não dá para abrir mão do nosso papel protetor em nome da praticidade.” Para ela, o convite não é à perfeição, mas à consciência: menos tela, mais tempo real.

O peso invisível das mudanças

A Natura, em parceria com a Santa Casa de São Paulo, deu início a uma pesquisa inédita na América Latina sobre como as mudanças climáticas estão impactando a saúde mental e o bem-estar dos brasileiros.

Tatiana Ponce, vice-presidente de marketing da Natura
Tatiana Ponce, vice-presidente de marketing da Natura | Foto: Ana Maziero

O estudo, pioneiro por aqui, vai investigar sentimentos como ecoansiedade, solastalgia (sim, existe um nome pra aquela angústia quando a gente vê o meio ambiente se degradando) e outros efeitos emocionais que vêm junto com o desequilíbrio ambiental. A ideia é entender como esses sentimentos se manifestam e o que isso tem a ver com nossos hábitos de consumo, inclusive os mais conscientes. Quem explica tudo com clareza é Tatiana Ponce, vice-presidente de marketing da Natura: “Queremos ampliar a consciência sobre esse fenômeno. As mudanças climáticas afetam nossa vida, nossas emoções e o modo como nos relacionamos com o mundo.”

A iniciativa também reforça os compromissos da Natura com a regeneração e o cuidado integral corpo, mente e planeta. E claro, sempre com aquele toque de ciência, beleza e propósito que a marca carrega há mais de 50 anos.

Inverno com charme

O arquiteto Fabio Lima, da GT Building, aponta quatro tendências que ajudam a deixar os ambientes mais acolhedores no inverno: uso de tecidos texturizados como veludo e tricô, cores quentes como laranja e dourado em contraste com tons neutros, presença de plantas resistentes ao frio e elementos naturais como madeira. Tapetes, velas e lareiras também entram como aliados para aquecer o visual da casa. A proposta é unir conforto, beleza e funcionalidade durante os dias mais frios.

Jane Austen, 250 anos

Em 2025, a Inglaterra celebra os 250 anos de nascimento de Jane Austen, e os fãs da escritora têm um motivo especial para atravessar o oceano. A casa onde Austen viveu, em Chawton, será palco de exposições e do filme “Austenmania”. E para quem sonha em seguir os passos de Elizabeth Bennet, a agência NomadRoots criou um roteiro exclusivo de 4 a 9 de outubro, com vilarejos, jardins e paisagens que parecem saídos de “Orgulho e Preconceito”. Uma viagem para corações apaixonados pela literatura e pela vida.

Joias personalizadas ganham espaço entre novas gerações

Mais do que acessórios, as joias vêm se transformando em verdadeiras declarações de estilo e afeto. A procura por peças personalizadas, como alianças com gravações internas, texturas e acabamentos diferenciados, tem crescido entre casais jovens, impulsionada pela busca por exclusividade e significado. Segundo Igor Ferreira, da Fábrica do Ouro, a personalização tornou-se um elo entre tradição e identidade: “Hoje, uma aliança representa muito mais do que um símbolo de união — ela carrega valores, histórias e personalidade.” O crescimento do setor acompanha o avanço do e-commerce e o comportamento de um consumidor mais conectado e exigente. Só em 2022, o mercado nacional de joias movimentou R$ 74 bilhões, com projeções otimistas até 2030. O brilho da vez? Está em cada detalhe único.

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