Zeladora aproveita a hora do café na praça
Algumas pessoas passam por elas sem notar, outras vezes elas são usadas como locais para uso de drogas e prostituição. Mas para muita gente as praças públicas de Londrina ainda proporcionam momentos únicos de sossego. É o caso da zeladora Fátima Duarte, 43 anos, que trabalha em uma empresa no centro da cidade.
Todos os dias Fátima aproveita o intervalo do café da tarde para sentar no banco da Praça 7 de Setembro, área central da cidade, e tomar um ar, como ela mesma diz. A recepcionista Fernanda Sampaio, 19 anos, assídua frequentadora da mesma praça, concorda com Fátima. Venho para relaxar.
Fernanda acredita que pessoas de todas as idades ainda curtem as praças.
Nelmar Modesto da Rocha, 19 anos, conta que depois do trabalho sempre senta-se no banco da praça da Avenida Inglaterra, zona sul, para olhar o movimento.
Já na Praça Rocha Pombo, mesmo com a ocupação dos camelôs na última quarta-feira, os frequentadores habituais bêbados, mendigos, mulheres de programa continuam no local. Ontem de manhã eles se misturavam às pessoas que passavam pela praça visitando as barraquinhas dos camelôs.
Segundo o presidente da Associação de Vendedores de Produtos Nacionais e Internacionais (associação dos camelôs), Manoel Barbosa, o movimento ainda é fraco devido à imagem que a praça tem. Vamos resistir até conseguirmos mudar esta imagem negativa do lugar, disse.





