''Já passou muito tempo (já estou com 65 anos!), mas lembro muito bem da dona Érica, em Arapongas. Foi por causa dela que decidi seguir essa mesma profissão, na qual fiquei por mais de 30 anos. Aliás, acho que se pudesse voltar, depois de morrer, voltaria professora.''
Altelair Horácio, aposentada

‘‘Ah, faz muito tempo, pois já estou com 21 anos! E para quem nunca gostou de estudar, como eu, a última coisa que eu queria lembrar era de quem foi minha primeira professora. Aliás, nem faço questão.’’
Edcarlos Aparecido Vacario, auxiliar de escritório

‘‘Nem teria como não lembrar, pois foi ela quem me alfabetizou. No começo custei a guardar o nome – Páscoa Beffa –, mas depois valeu a pena, porque era uma pessoa muito criativa e capaz. Só que era uma época diferente: íamos à escola muito mais pelo prazer da descoberta de um mundo novo do que por obrigação.’’
Virgínia Ferronato, professora do Ensino Fundamental

‘‘Minha primeira professora chamava-se irmã Rita. Isso foi há 67 anos, em Lapa, quando eu estava com seis anos. Ela me abriu as portas para um outro mundo, o mundo da educação, contava histórias sagradas, que depois fui aprofundando na vida. Foi quem me alfabetizou, e também foi professora do meu pai. Era uma figura de muita bondade, assim como minha segunda professora, irmã Adelaide, que me encaminhou para a primeira eucaristia.’’
Dom Albano Cavallin, arcebispo de Londrina

‘‘Professora Maria de Lourdes, em Botucatu (SP). Era uma profissional muito rigorosa e, ao mesmo tempo, bastante carinhosa. Esse tempo me marcou muito, pois, diferentemente de hoje, saímos alfabetizados já desde o primeiro ano.’’
Lygia Pupatto, reitora da Universidade Estadual de Londrina (UEL)

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