‘‘Não faço caridade porque não tenho hábito. Estou morando em Campinas há seis meses para fazer mestrado, e lá não conheço ninguém pra ajudar. Meus pais são evangélicos e ajudam, pagam dízimo, fazem trabalho comunitário’’.
Andrielber da Silva Oliveira, 23 anos, estudante

‘‘Eu participo da Comissão de Auxílio do Banco do Brasil, onde trabalho. O grupo visita entidades que desenvolvem projetos sociais e ajuda no que for possível. É uma caridade em que você vê resultado. Dar esmola não adianta’’.
Marta Cristina Storti, 44 anos, bancária

‘‘Eu dou esmola. Acho que não resolve, o certo é dar emprego para que o próprio trabalhador consiga resgatar sua auto-estima. É por isso que sou contra o Fome Zero, porque só vai dar comida, não é uma solução’’.
Wellington Campos, 40 anos, motorista.

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