Vigilância intensifica trabalho contra leptospirose
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terça-feira, 16 de abril de 2002
Célia PoleselReportagem Local 
A Vigilância Sanitária de Londrina está intensificando o trabalho de prevenção à leptospirose, doença perigosa e pode até matar. É transmitida principalmente através da urina de ratos mas cavalos, porcos e cães também podem ser agentes de contaminação. Os principais sintomas da doença são febre alta, dor de cabeça, dor nos músculos, olhos vermelhos e pele amarelada.
Desde janeiro foram confirmados três casos no município. O chefe da Vigilância, Marcelo Viana de Castro, explica que quando há casos suspeitos é feita uma investigação no local para se procurar possíveis focos de contaminação e verificar a questão ambiental. Fazemos também um trabalho preventivo e de orientação à população. Vamos até o local, se houver lixo ou problemas com esgoto notificamos o responsável, explica Castro.
Segundo o chefe da vigilância, a área rural é um local que causa bastante preocupação porque há um grande oferta de alimentos para os ratos. A leptospirose pode ser transmitida por outros animais, mas o principal transmissor é o rato.
Castro explica que sempre que precisam de alguma orientação mais específica recorrem aos colegas da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Italmar Navarro, diretor do Hospital Veterinário (HV), disse que o HV tem um laboratório de diagnóstico de leptospirose animal e que sempre colaboram com a vigilância nos trabalhos de campo.
Castro orienta que sempre que houver uma situação de risco, uma denúncia ou dúvidas a população pode ligar para os telefones (43) 376-1901 ou 376-1902.


