Foz do Iguaçu Vigias da prefeitura de Foz do Iguaçu protestaram mais uma vez contra a possibilidade de perderem os adicionais por causa da instalação de alarmes nos prédios públicos. Ontem, dezenas de vigilantes entraram no quarto dia de manifestos em frente à Guarda Municipal.
A categoria, composta por 260 servidores, é contra a implantação de sistema eletrônico de segurança em imóveis do município como escolas e creches. Segundo ela, seriam perdidos adicional noturno, de periculosidade e horas-extras, que corresponderiam de 40% a 50% do salário.
Conforme Eusébio Gonçalves, representante dos vigias, os ganhos extras já estão incorporados à folha de pagamento. Ele reivindicou ainda um plano de carreira para a classe. Para o presidente do sindicato dos servidores municipais, Luis Carlos de Oliveira, a prefeitura quer ''acabar'' com os vigias.
A classe promete paralisar as atividades caso não tiver garantias de manutenção dos rendimentos atuais. Uma reunião entre as partes deve ser realizada na próxima semana, mas o município já anunciou sua posição. Segundo a prefeitura, a medida atende exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de ajuste do caixa público. O Executivo garantiu que o emprego dos vigias serão mantidos. A empresa vencedora de licitação (Olmiro Hibener Monteiro) receberá R$ 131.520,00 para a instalação dos dispositivos.

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