Quem trafega diariamente pelas ruas do campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), na zona oeste, critica o estado do asfalto. Muitas vias estão com o asfalto em condições muito ruins. O professor Ronaldo Piassa, que leva a esposa todos os dias ao trabalho, reclama de uma das alas do estacionamento do Centro de Educação, Comunicação e Artes (Ceca). "Tem muito buraco, não tem nem como desviar", disse.

A reportagem esteve no local na quinta-feira (21) e contabilizou inúmeros buracos, alguns deles com mais de meio metro. E não é preciso andar muito pelo campus para constatar avarias também em outras vias, como a que passa em frente ao Restaurante Universitário (RU). No estacionamento da Biblioteca Central, o asfalto praticamente inexiste em alguns pontos.

O prefeito do campus da UEL, Dari de Oliveira Toginho Filho, reconhece que os problemas são grandes. E diz que os trechos que estão piores condições são os mais antigos, e são muito avariados pelos veículos mais pesados, como os ônibus que circulam pelo campus. Ainda de acordo com o prefeito, por falta de recursos, tem tentado parcerias com órgãos externos para fazer o conserto. "Houve uma boa vontade do município em fazer, só que como houve muito prejuízo por causa das chuvas, não deu certo."

O prefeito frisa que já foi feito um estudo e que seriam necessários cerca de R$ 2 milhões para os recape definitivo das vias mais avariados. "Paliativamente, a cada período de estiagem, fazemos a aquisição de materiais para fazer operação tapa-buraco. Não é uma solução definitiva, mas é o que temos condições de fazer hoje."

mockup