O principal impasse entre proprietários dos terrenos por onde passará a avenida e a prefeitura é dinheiro. O Município quer que os donos na sua maioria, construtoras doem as áreas e façam a construção do prolongamento. Dois dos oito proprietários, porém, são contra a doação. O valor mínimo estimado para desapropriação de todo o lote, cerca de 40 mil metros quadrados, é de R$ 4 milhões.
As construtoras concordoram com os termos da prefeitura já que a obra valorizaria ainda mais a região, uma das mais prestigiadas da cidade. A obra, por sua vez, é de interesse para a cidade já que o prolongamento da Avenida Maringá até a Madre Leonia Milito desafogaria o tráfego da Avenida Higienópolis, praticamente a única via de acesso da área central para Zona Sul, região que abriga duas universidades, shopping e vários novos bairros.

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