Veterinária diz que buscava orientação
Para a veterinária Cátia Chubaci, a confusão armada na Secretaria Municipal do Meio Ambiente foi uma ''tempestade em copo da água'', provocada por exagero de funcionários do órgão público. Ela também criticou a atuação da Polícia Florestal, que a teria tratado como ''criminosa.''
Ela conta que teria obtido informação junto à Santa Casa de que a secretaria seria a responsável pelo descarte do equipamento de raio X. ''Vim em busca de informações, mas quando disse que era um equipamento para raio X, eles se apavoraram e chamaram a polícia'', reclamou. ''Tenho esta máquina há 10 anos e nunca a usei. Estou indo embora de Londrina e queria saber como me livrar dela'', defendeu-se.
Ela contou ainda que, como não conseguiu recolocar o aparelho de volta no carro - e os funcionários teriam negado-se a ajudá-la - foi buscar auxílio de seu pai. Quando retornou, ela teria sido presa pela Polícia Florestal. Ela ressaltou também que o técnico da Universidade Estadual de Londrina descartou o risco de contaminação.
Outra queixa foi em relação auto de infração, que foi alterado de crime de poluição ambiental para transporte de material radioativo. O sargento Celso Santos, da Polícia Florestal, garantiu que o procedimento é um ato administrativo normal. Cátia disse que não pretende, pelo menos por enquanto, entrar na Justiça contra a secretaria ou a polícia. (F.R.F.)





