Vereadores discutem emendas a Plano Diretor
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quinta-feira, 18 de junho de 1998
Osmani Costa 
Aconteceu na manhã de ontem, na Câmara Municipal, a primeira rodada de negociação entre vereadores e representantes do Executivo e de entidades de classe sobre as 12 emendas propostas para o novo Plano Diretor de Londrina. Os cinco projetos de lei que compõem o plano estão sendo analisados por comissões de vereadores e entidades há quase dois anos, e a Câmara vem sofrendo pressões para que eles sejam finalmente votados.
Apesar de longa, a reunião de ontem só conseguiu analisar duas das 12 propostas de emendas. Uma nova reunião ficou agendada para a tarde de segunda-feira. Há, entre os vereadores, uma avaliação de que os projetos do plano, de autoria do Executivo, dificilmente serão votados ainda neste mês. O mais previsível é que eles só entrem na pauta depois do recesso de julho.
Na reunião de ontem, foi aceita por consenso a proposta de emenda apresentada pela vereadora Elza Correia (sem partido), elevando de 11 para 13 o número de membros do Conselho Municipal de Planejamento Urbano. Aos onze membros anteriormente indicados seriam acrescentados um representante da Universidade Norte do Paraná (Unopar) e um da Associação Paranaense de Proteção e Melhoria do Meio Ambiente (Appmma).
Estiveram presentes à rodada de negociação, além de cinco vereadores, o presidente do Instituto de Planejamento e Pesquisas de Londrina (Ippul), Mário Stamm Júnior, e representantes do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal), Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi) e outras entidades ligadas ao setor.
Apesar de termos discutido só duas emendas, a reunião foi bastante proveitosa e a discussão muito boa e esclarecedora. Na próxima rodada, o ritmo de discussão já deverá ser mais rápido. Antes de levarmos ao plenário para votação, todas as dúvidas devem estar resolvidas. Esse projeto é muito importante para o futuro da Cidade. Por isso, não devemos fazer nada às pressas. É melhor demorar um pouco mais e votar o melhor projeto possível, comenta Elza Correia.


