O único voto contrário foi de Elza Correia (sem partido), que afirmou ser ilegal o projeto e estar preocupada com as condições de segurança da futura construção civil. ‘‘O aterro faz parte de uma área de preservação permanente. Pela Lei Orgânica é proibido qualquer construção neste tipo de área pública’’, ressaltou.
De acordo com a vereadora, há estudos técnicos comprovando que o aterro é inadequado para a construção civil por questão de segurança. ‘‘Se a situação da insegurança e ambiental está resolvida, como diz o vereador Renato Araújo, então por que o Ippul e a AMA não apresentaram aqui os estudos e laudos solicitados há meses?’, questionou Elza.
Araújo respondeu que a exigência destes documentos, no momento da licitação, exime os vereadores de responsabilidades futuras. Elza Correia não se convenceu: ‘‘O ideal seria retirar o aterro e deixar as águas do Igapó seguirem livremente o seu curso natural’’.

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