Verba para nova base do Samu deve sair no primeiro semestre deste ano
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terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Rafael Machado<br>Grupo Folha 
Quem passa pela avenida Dez de Dezembro, ao lado do Terminal Rodoviário, dificilmente não presta atenção em um posto de combustíveis desativado, completamente abandonado na esquina da rua Potiguares. Hoje, o local apenas serve para abrigo de moradores de rua e usuários de drogas, mas há vários anos funcionou como filial de uma empresa pública que virou escândalo nacional e ponto de partida da Operação Lava Jato.
Em 2016, a Prefeitura de Londrina lançou a promessa de reutilizar o espaço para a nova base do Samu, atualmente em um imóvel alugado na rua Maranhão, área central. Os projetos que englobam a reforma, em torno de 430 metros quadrados da área total, e a construção da sede, em torno de 1.660 m², foram concluídos e aprovados. A obra seria tocada mediante um convênio com a Sesa (Secretaria Estadual de Saúde) e deve custar R$ 4,7 milhões.
Na mudança de governo, o atual responsável pela pasta na cidade, Felippe Machado, garantiu que o acordo com o governo foi mantido. "Optamos em deixar tudo como estava para dar mais rapidez ao processo, bem como para não decorrer na necessidade de reiniciá-lo, incluindo a contratação de novos levantamentos arquitetônico e complementares", declarou.
Em um ofício encaminhado à Câmara, Machado observou que a última informação obtida é de que a formalização do convênio está em fase final de tramitação interna na Sesa, aguardando apenas a liberação da verba.
Nesta terça-feira (30), a assessoria de imprensa da Sesa informou que o dinheiro pode ser liberado até o primeiro semestre deste ano. Porém, a data oficial não foi divulgada porque o convênio está para ser encerrado.


