Com o aumento do comércio ambulante cresceu também a disputa entre os próprios vendedores pelos locais de maior movimento. Na área central da cidade, com destaque para o terminal central de transporte coletivo, estão os pontos preferidos dos camelôs. Só nos arredores do terminal central, por onde passam mais de 20 mil pessoas por dia, são mais de 50 ambulantes, dos quais 25 vendem cachorro-quente.
Para explorar o comércio ambulante no terminal central é preciso entrar em uma fila de espera e conseguir uma autorização da Associação dos Vendedores Ambulantes. Divonsir Vaz, presidente da associação, disse que esse controle evita o aumento exagerado do número de vendedores na área central. Através da associação, os ambulantes são distribuídos por toda a cidade, fixando-se principalmente em praças e nos locais de maior fluxo de pessoas.
Segundo Divonsir, a associação está trabalhando em parceria com a prefeitura para regularizar o comércio ambulante na cidade. ‘‘Nós, mais do que ninguém, queremos trabalhar em paz e de acordo com a normas da prefeitura’’, disse. (G.F.)

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