Vendedor reclama das vendas de fogos de artifício
O vendedor de fogos de artifício, Raimundo Mizael, 64 anos, está no ramo há 24 anos e disse que as vendas nunca estiveram tão fracas. Antigamente, nessa época era preciso quatro funcionários e se vendia até R$ 100 por dia; hoje trabalho sozinho e se fizer R$ 20 é muito.
Mizael trabalha nos meses de dezembro, maio, junho e julho. Ele explica que as vendas vêm caindo ano a ano. Segundo o vendedor, este ano estão cerca de 60% menores. No passado as pessoas eram mais religiosas, faziam grandes festas para homenagear os santos de devoção e soltavam muitos fogos. Hoje essas festas são poucas.
Segundo Mizael, se o Brasil continuar bem na Copa do Mundo as vendas de fogos podem ser um pouco melhores. Caso contrário, este pode ser o pior ano para os vendedores de fogos.





