Vega Ambiental vai recorrer do resultado
As concorrentes têm cinco dias de prazo a contar de segunda-feira para apresentar recurso questionando o resultado da licitação. O gerente regional da Vega Ambiental, Ibraim Godoi, adiantou que vai recorrer. A Vega tenta ainda provar na Justiça que a empresa argentina não tem condições legais para prestar o serviço. O processo está no Tribunal de Justiça do Paraná.
Se o consórcio assumir, quem vai perder mais é a população porque passará a ser atendida por uma empresa que não é idônea, afirmou Godoi. A assessoria da Vega informou que já entregou documentos à Justiça que comprovariam que a empresa argentina já pediu concordata, está insolvente em seu país e não recolhe os direitos dos seus empregados nem o Imposto de Valor Agregado (IVA), obrigação de toda empresa na Argentina.
A decisão da Vega Ambiental mostra que a empresa não está acostumada à concorrência. A prefeitura, através da CMTU conduziu uma licitação transparente e séria, afirmou o presidente do consórcio, Sebastião Magalhães.
O presidente da CMTU, Wilson Sella, acredita que todo o processo administrativo necessário para o consórcio assumir o serviço deverá estar concluido em 15 dias úteis. Mas isto só será possível se não ocorrerem fatos novos, esclarece, referindo-se à possibilidade de, além de recurso administrativo, a Vega Ambiental recorrer na Justiça.





