A comissão de licitações da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) de Londrina definiu ontem de manhã as empresas que ficarão responsáveis pela limpeza pública no município. As empresas declaradas vencedoras foram a Fossil Saneamento Ltda. (coleta); Ecosystem Serviços Urbanos Ltda. (varrição e limpeza) e Paviservice Construção Civil Ltda (aterro sanitário). A Vega Engenharia Ambiental S/A, que monopoliza o serviço de limpeza pública na cidade há mais de 20 anos, ficou praticamente entre as últimas colocadas no processo de licitação.
Ontem, a secretária da diretoria da empresa informou que será marcada uma coletiva de imprensa, ainda sem data marcada, para divulgar o posicionamento da Vega sobre o assunto. No contrato emergencial para a manutenção do aterro e coleta do lixo, entre a prefeitura e Vega, assinado em outubro, já estava previsto o cancelamento do contrato, com vigência prevista até abril de 2003.
Segundo o presidente da comissão Marco Antonio Bacarin, os resultados deverão ser publicados no Diário Oficial do Estado na próxima segunda-feira (dia 18), quando passará a ser contado o prazo de cinco dias úteis para eventuais recursos. Caso não haja nenhum questionamento, os novos contratos serão assinados até o final de novembro. A expectativa é que as empresas entrem em atuação a partir de janeiro de 2003. Segundo Bacarin, com as novos contratos, o município terá economia mensal de R$ 171 mil/mês.
Para o trabalho de coleta e transporte do lixo domiciliar e hospitalar, que hoje corresponde a cerca de 350 toneladas/dia, a empresa vencedora Fossil, de Brasília (DF), ofereceu o preço de R$ 269.653,39 mensais. O contrato deverá vigorar por três anos. O edital previa um teto máximo de R$ 350 mil mensais.
A varrição mensal de 4 mil quilômetros de ruas e avenidas, mais a lavagem do Calçadão (centro) e a limpeza e conservação de 19 praças sete delas incluindo a limpeza e conservação dos banheiros , a empresa Ecosystem, de Curitiba (PR), foi declarada vencedora com o preço de R$ 148.261,23. O contrato também deverá ser executado durante três anos e o edital previa um teto máximo de R$ 206 mil mensais.
Já a operação do aterro sanitário, incluindo o manejo das lagoas de chorume, a empresa vencedora foi a Paviservice, de Curitiba (PR), que ofereceu o preço de R$ 66.966,00 mensais. Este contrato terá validade de apenas um ano e meio, devido à futura entrada em operação do novo aterro. O teto máximo previsto nesta licitação era de R$ 99 mil mensais.

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