O vazamento de óleo no Ribeirão Lindóia foi detectado há um mês por moradores da região. Desde o início, segundo o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), o Pool de Combustíveis, a América Latina Logística (ALL) e a Petrobrás estavam entre os suspeitos. Interditados pelo instituto, o pool e a ALL ainda estão impedidas de transportar e receber combustível. Na última sexta-feira, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) tirou embargo contra a Petrobrás.
O estudo hidrogeológico do pool está em andamento, e a previsão é que seja concluído em 30 dias – dos 20 poços que deveriam ser perfurados, conforme determinação do IAP, três já foram finalizados. Ontem, o geólogo Guilherme Perpétuo, da Hidroplan, empresa responsável por esse trabalho, disse que o estudo geofísico foi concluído, mas que será divulgado junto com as conclusões do hidrogeológico.

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