Vândalos destroem iluminação
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sexta-feira, 31 de janeiro de 1997
Lucinéia Parra Sucursal de Maringá 
Marcos NegriniMenos luzLâmpada quebrada em Maringá; despesa de R$ 2,5 mil/mês com reparos da iluminação destruída e tentativa de conscientizar população para denunciar responsáveisA Prefeitura de Maringá gasta R$ 2,5 mil por mês para fazer reparos nas lâmpadas rebaixadas da cidade, que são destruídas frequentemente. Há bairros com danos em até 70% da iluminação rebaixada. A situação é mais crítica na Zona Sete, perto do Colégio Gastão Vidigal. Na região, uma lâmpada quebrada que tinha sido consertada num dia foi alvo de um novo ato de vandalismo - já estava quebrada no dia seguinte.
De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Amilton Cardoso, a prefeitura economizaria 50% com a iluminação rebaixada, se não fosse o vandalismo. Cardoso informa que funcionários que consertam as lâmpadas vão passar a orientar os moradores para que denunciem os autores do vandalismo.
Precisamos da colaboração dos moradores porque há regiões em que é praticamente impossível manter a iluminação. Segundo o secretário, em alguns bairros a iluminação rebaixada é danificada por caminhões com baús que transportam mercadorias. O caminhoneiro que quebrar a lâmpada terá que ser responsável pela reposição, avisa Cardoso.
A iluminação rebaixada existe em seis bairros de Maringá. Ela garante mais segurança aos moradores, principalmente pedestres, e embeleza a cidade. Todos merecem ter uma cidade mais bonita, mas é preciso que as pessoas também colaborem. A prefeitura pretende implantar a iluminação rebaixada em outros bairros da cidade.


