CAMBÉ Vândalos destróem capelas mortuárias Osmani Costa De Londrina O delegado de Cambé (13 km a oeste de Londrina), Antonio do Carmo, abriu ontem inquérito para investigar a autoria de ato de vandalismo contra o Cemitério Municipal daquela cidade. Três capelas mortuárias tiveram portas e vidraças quebradas por vândalos na noite de anteontem. Nenhum objeto foi roubado e nem a parte mortuária foi mexida. Em uma das capelas, os vândalos deixaram marcas de sangue no vidro da janela, sinal de que alguém deve ter-se ferido. Objetos como vasos e porta-retratos foram jogados e quebrados no chão. Os vidros foram quebrado com pedaços de granito encontrados no próprio cemitério, que fica na área central da cidade. A polícia foi chamada, na manhã de ontem, pelos funcionários do cemitério. Esta é a primeira vez que um ato de vandalismo como este ocorre em Cambé. O delegado Antonio do Carmo esteve no local para iniciar as investigações. A polícia ainda não tem pistas dos vândalos e nem divulga os nomes dos suspeitos, para não atrapalhar as investigações. Abelhas – O corretor de seguros Evaldo Luiz Vitorino registrou queixa na 10ª Subdivisão Policial, ontem, contra o aposentado Solano Alves do Rego. Segundo Vitorino, o acusado cria abelhas de maneira inadequada no quintal da casa dele, no Jardim San Remo (zona oeste). Na manhã de ontem, as abelhas escaparam, invadiram a casa de Vitorino e atacaram-no e a seu cão pastor alemão. ‘‘As abelhas, do tipo europa, estavam muito nervosas. Centenas delas atacaram o cachorro, que está internado numa clínica veterinária e corre risco de vida. Eu, levei cerca de 40 ferroadas na cabeça’’, contou Evaldo Vitorino, que pediu socorro ao Corpo de Bombeiros. De acordo com ele, foi necessário o uso de veneno para controlar o ataque do enxame. O corretor ressaltou que não pretende processar Rego e nem pedir possível indenização. ‘‘Só quero que a polícia faça meu vizinho abandonar esta idéia de criar abelhas dentro da cidade. Imagine se aquelas centenas de abelhas tivessem picado meu filho Danilo, de apenas 7 anos’’, comentou Vitorino. O aposentado Solon Alves Rego negou que seja criador de abelhas. Segundo ele, os insetos surgiram no seu quintal há cerca de dois anos e ficaram alojados no telhado da casa. ‘‘Há cerca de oito meses, eu mesmo levei 25 ferroadas delas. Hoje (ontem), eu estava batendo com o martelo para pôr um prego na parede, quando elas saíram agitadas. Estou muito chateado com o incidente e o ataque ao vizinho’’, afirmou. De acordo com Solon Rego, os soldados dos Bombeiros indicaram uma pessoa especializada em retirar as abelhas e encaminhar o enxame para lugar adequado. O profissional faria o serviço na casa dele na noite de ontem.

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