Maigue Gueths
De Curitiba
A Telepar conserta mensalmente cerca de 4,6 mil telefones públicos, o correspondente a 13% de seus 35.601 aparelhos existentes no Paraná. A metade dos equipamentos está em Curitiba, região metropolitana e litoral e, proporcionalmente, 50% dos consertos também são feitos nestas regiões. Isso significa que a Telepar gasta por mês cerca de R$ 230 mil só em manutenção de aparelhos. O mais grave é que pelo menos 30% deste dinheiro (R$ 69 mil) poderiam ser economizados se os vândalos poupassem o patrimônio público.
O gerente de Manutenção da Telepar na região de Curitiba, Dejalma Formighieri negou ontem informações de que algumas pessoas estariam roubando os telefones públicos no bairro Guatupê, em Curitiba, e no Jardim Guarituba, em Piraquara, região metropolitana. Segundo ele, houve defeitos em dois telefones em Guarituba, os quais tiveram que ser retirados para conserto na Telepar, mas depois de alguns dias eles foram reinstalados. Já no Guatupê os consertos foram feitos no próprio local.
‘‘Não é frequente a Telepar ter que tirar o telefone para levar à oficina, na maioria das vezes eles são consertados no próprio lugar’’, diz Formighieri, lembrando que o custo de cada conserto é estimado em R$ 50,00, considerando o deslocamento, pagamento de pessoal e troca de componentes. O roubo de telefones, segundo ele, é muito raro e o mais comum é estragar o monofone, os teclados ou o sistema de leitura do cartão.
A Telepar tem um sistema de monitoramento 24 horas capaz de identificar se um telefone está com mau funcionamento, se está irregular ou se não está sendo usado. Além deste serviço, ela também recebe reclamações da população através do fone 103.

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