O transporte coletivo de Londrina conta com integração total entre as áreas urbana e rural, com pagamento de apenas uma passagem, frota com idade média de 3,5 anos de uso, 50% dos veículos adpatados para cadeirantes e o maior salário do País para os motoristas. Estas características, de acordo com o diretor de Transportes da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Wilson de Jesus, justificam o valor do tarifa.
''O valor é condizente com o custo do sistema. Em outras cidades, como Curitiba e Maringá, onde o valor é mais baixo, a diferença é que as isenções são subsidiadas pelo orçamento público. Em Londrina, as isenções são rateadas entre os usuários do sistema'', explica.
O diretor, no entanto, concorda que o preço é alto para pessoas de baixa renda. Ele acrescenta que o problema é nacional e que existe uma frente parlamentar de transporte público, que busca a aprovação de projetos para reduzir a carga tributária sobre os insumos, em especial o óleo diesel.
''Quanto menor o número de passageiros, maior o valor da tarifa. E quando o preço sobe, o número de usuários do sistema diminui. A dimnuição da carga tributária seria a forma de quebrar esse círculo vicioso'', ressalta.
De acordo com a secretária municipal da Assistência Social, Sandra Nishimura, as regras para concessão de passe para o transporte coletivo urbano, interurbano e interestadual são determinadas por lei. E atendem, por exemplo, pessoas com deficiência física ou mental, entre outras. (F.R.F.)

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