Vacina combate síndrome de rubéola congênita
A saúde da mulher e dos recém-nascidos também vem sendo alvo das frequentes campanhas de vacinação do governo do Paraná. Desde março, 1,292 milhão de mulheres entre 15 e 39 anos tomaram a vacina que protege contra a rubéola congênita, durante a campanha feita pela Secretaria da Saúde.
Isso representa 74,4% da população feminina do Paraná na faixa etária determinada para a vacinação. Mesmo com o bom resultado, a campanha foi prorrogada até o fim de julho para que se alcance 100% das mulheres.
As mães podem aproveitar a campanha de multivacinação para tomar a vacina contra rubéola, explica Márcia Gil Aldenucci, coordenadora do Programa Estadual de Imunizações.
Também devem procurar os postos de saúde as mulheres que não têm a intenção de ter filhos. Além de evitar contratempos como faltas ao trabalho por motivo de doença, elas estarão impedindo que a rubéola seja transmita outras pessoas.
A vacinação é importante porque caso contraiam a doença, as gestantes podem gerar bebês com má formação cardíaca, retardo mental, cegueira ou surdez. A rubéola congênita é responsável pelas deficiências de cerca de 10% da clientela das unidades da Associação de Pais Amigos dos Excepcionais (APAE).
A rubéola é transmitida através das vias respiratórias. O sinal mais evidente são manchas vermelhas na pele. O período de incubação vai de sete a 21 dias e a transmissão se dá cinco dias antes do surgimento das manchas.
Os sintomas são facilmente confundidos com resfriado. Além da erupção da pele, a pessoa tem febre, dores de cabeça e nas articulações, conjuntivite, tosse e gânglios grandes atrás das orelhas.





