Lucilia Okamura
De Londrina
As unidades de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e de Cuidados Intermediários (UCI) do Hospital Universitário (HU) de Londrina estão interditadas desde a semana passada por causa de um possível caso de varicela. As duas unidades, onde estão 11 crianças, devem ser liberadas somente daqui a algumas semanas.
A chefe da UTI do HU, Ana Berenice Ribeiro de Carvalho, informou que há uma semana, um bebê de 27 dias apresentou lesões que podem ser em decorrência de uma varicela.
‘‘A criança foi para o isolamento, assim como outras que entraram em contato’’, explicou. Na semana passada, a UTI, as duas UCIs e o alojamento conjunto haviam sido interditadas. Uma das UCIs e o alojamento conjunto foram sendo liberadas gradativamente.
A UTI permanece isolada com seis bebês e uma UCI está com cinco crianças. Ana Carvalho disse ontem que não é possível dizer quando as unidades serão liberadas.
Segundo ela, o isolamento tem que ser por aproximadamente quatro semanas. ‘‘As crianças vão sendo liberadas à medida que forem melhorando e não precisem de grandes cuidados’’, disse.
Ana Carvalho informou que o caso do bebê que estaria com varicela ainda não está confirmado. O exame é feito em São Paulo e o resultado ainda não foi enviado ao HU. A varicela, explicou a médica, é uma doença infecciosa e bastante contagiosa.
A chefe da UTI observou que, normalmente, a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do HU fica cheia e esta interdição piorou a situação. ‘‘Seria interessantes que as mães evitassem ter seus filhos no HU até que situação fique mais tranquila’’, afirmou.
Além do HU, os hospitais Evangélico e o Infantil também possuem UTI neonatal. A primeira instituição conta com cinco leitos e o segundo com 10. Segundo as assessorias de imprensa dos hospitais, a interdição do HU na semana passada não trouxe reflexos nas duas instituições.Caso suspeito de varicela causou isolamento do setor, que deve ser liberado em 4 semanas
Paulo WolfgangOs 11 bebês que permanecem internados na UTI do HU serão liberados S medida que forem melhorando. A chefe do setor aconselha as gestantes a procurar outro hospital para o parto

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