Curitiba O primeiro dia em que os ônibus da Rede Integrada de Transporte (RIT), que atende Curitiba e região, deixaram de aceitar os vales-transporte de metal foi calmo. A maioria dos usuários já tinha os novos vales, feitos em papel. Quem tentou usar a ficha de metal foi orientado pelos cobradores sobre a mudança de sistema. Mas muita gente reclamou do novo sistema, já que os vales de papel são mais frágeis do que o de metal.
O vale em papel é transitório. Ele só vigorará até que a Urbs, que gerencia o transporte coletivo em Curitiba e região, consiga implantar o Cartão Transporte magnético em todo sistema. Hoje o cartão é usado por mais de 150 mil pessoas, entre idosos, portadores de deficiência e estudantes. A expectativa é que até o final do ano todos os usuários tenham seus cartões.
Para a presidente da Urbs, Yára Eisenbach, a mudança será tranquila. Dos 300 mil usuários de vale transporte na RTI, 85% são funcionários de empresas que já implantaram o vale de papel há um mês. Os outros 15% estão pagando com dinheiro ou terão que adquirir os novos vales. As pessoas que ainda têm fichas metálicas devem se cadastrar pelo telefone 156.

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