Usuários querem
continuar com o
auto-atendimento
Em Curitiba, o projeto que começa a tramitar na Assembléia Legislativa não foi aprovado pelos usuários dos postos com auto-atendimento. O tenente e médico Basílio Costa Neto, de 32 anos, disse que a utilização desse tipo de posto é uma opção do usuário. ‘‘Acho uma besteira fazer esse tipo de lei, o consumidor precisa ter liberdade de escolha na hora de abastecer o carro’’, afirmou Costa Neto.
O vendedor Valmir Vieira, de 22 anos, disse que os deputados e proprietários de postos deveriam se preocupar com o preço da gasolina e não com o fechamento de postos que prestam serviços à população. ‘‘É bem mais prático abastecer em sistema self service’’, disse ele.
Para a engenheira civil Marinice Costa, de 31 anos, a proibição do funcionamento de postos de auto-atendimento é a volta da ditadura no comércio. ‘‘Se o proprietário do posto e os consumidores acham o auto-atendimento viável, não será um projeto de lei que dirá o contrário’’, disse ela.
Maricine comentou que mora perto do posto e que toda vez cronometra o tempo que gastará antes de ir ao trabalho. ‘‘Acho que neste tipo de posto temos maior controle do tempo gasto’’, argumentou. (L.P.)

mockup