Usuários foram levados para abrigos
Segundo a diretora de Proteção Social Especial da Secretaria Municipal de Assistência Social, Nívia Maria Polezer, assim que a direção do albergue comunicou a intenção de passar a atender outro tipo de público, foi feito um estudo técnico do perfil dos abrigados, para determinar a melhor maneira de reencaminhá-los. Muitos estavam na condição de trecheiros, ou seja, morando temporariamente na cidade. Estes, de acordo com Nívia, foram incentivados a voltar para a cidade de origem e para o convívio da família. Outros foram remanejados para dois diferentes abrigos da cidade.
Houve ainda uma parcela que foi incluída no Programa Bolsa Capacitação e passou a receber R$ 100,00 por mês para auxiliar na busca pela independência. ''Uma articulação com outras secretarias, como Saúde, permitiu ainda o atendimento aos usuários de álcool e outras substâncias.'' Nívia esclareceu ainda que os municípios vizinhos, que muitas vezes contavam com o serviço do albergue de Londrina, foram informados sobre o fechamento da instituição. (S. L.)





