Da Redação
Usuários dos serviços de saúde de Londrina querem mobilizar a população para a importância da aprovação na Câmara de Vereadores de um projeto que faz mudanças no Conselho Municipal de Saúde. Representantes de conselhos regionais de saúde estiveram, ontem, na Redação da Folha, pedindo que os londrinenses se conscientizem para importância da alteração.
O presidente do Conselho de Saúde da Zona Sul (Consul), Nelson Cardoso, disse que as mudanças visam tornar o conselho mais democrático. As alterações mais importantes são eleições para conselheiros a cada dois anos, durante a realização das conferências municipais de saúde; aumento do número de conselheiros de 16 para 24; e que a entidade seja formada com 50% de usuários, 25% de trabalhadores, 12,5% de gestores e 12,5% de prestadores.
Cardoso lembrou que o projeto que está na Câmara é do Executivo, enviado depois que representantes de mais de 102 entidades pediram providências ao prefeito Antonio Belinati (PFL).
O presidente do Conselho de Saúde da Zona Oeste, Ivo de Bassi, reforçou que os usuários e trabalhadores vão boicotar a 7ª Conferência Municipal de Saúde, marcada para outubro, se o projeto não seja aprovado pela Câmara. ‘‘E se não tiver conferência, fica comprometido o envio de recursos do governo federal para o Fundo Municipal de Saúde’’, alertou o presidente do Consul.
Também estiveram na Folha Nilson José da Silva, representante do Conselho de Saúde da Zona Leste (Conleste) e Nivaldo Tenório, presidente do Conselho de Saúde do Centro (Concentro).

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