A partir do relato de gêmeos em que apenas um dos bebês nasceu com microcefalia, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) vão investigar se alguns fetos podem ter genes que os protegem ou facilitam a má-formação. "O ideal seria monitorarmos o que acontece com todas as grávidas infectadas pelo zika, tanto nos casos em que o bebê nasce com a microcefalia quanto nos que não nascem. Mas, como na maioria dos casos a pessoa infectada não apresenta sintomas, nem sempre vamos achar as mães dos bebês sem a má-formação", afirmou a diretora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-tronco da USP, Mayana Zatz.

mockup