Pesquisa realizada em março apontou que 40% da população de Ibiporã ainda tinha dúvidas sobre a coleta seletiva. ''Realizamos uma nova campanha discutindo apenas as dúvidas, reforçando a necessidade de pensar antes de descartar'', destacou a analista ambiental Laila Menechino.
Para ela, mesmo com o aumento no custo do gerenciamento de resíduos de R$ 68 mil para R$ 168 mil mensais, o investimento, a longo prazo, valeu a pena. ''Hoje são mais caminhões nas ruas, há distribuição dos sacos plásticos e a empresa provê a tecnologia de seleção do lixo'', ressaltou Laila. Segundo ela, a meta da prefeitura é reativar a usina de reciclados para gerar renda aos catadores locais.
''A ideia é criar uma cooperativa para capacitar os trabalhadores, que seriam registrados e ganhariam um salário mínimo mensal'', disse a analista. Conforme ela, atualmente, a venda de reciclados gera cerca de R$ 7 mil para a empresa de coleta. ''Esse valor pode aumentar para R$ 44 mil com a cooperativa.'' (M.G.)

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