Usina controla vazão para evitar danos
Com as intensas chuvas dos últimos dias, a Usina Hidrelétrica de Chavantes é obrigada a verter água, procedimento necessário para não prejudicar as estruturas da própria usina. No entanto, a cada cheia os técnicos da hidrelétrica, que é controlada pela empresa americana Duke Energy, também calculam a água que vão liberar rio abaixo de forma que não atinja a ponte pênsil.
De acordo com a assessoria de imprensa da Duke Energy, atualmente a defluência é de 1.080 metros cúbicos por segundo. ''A vazão que pode provocar danos à ponte pênsil é a partir de 1.700 m3/s e parte desta restrição se deve ao remanso provocado pela construção da UHE Ourinhos. Diante disso, a Duke Energy procura gerenciar o reservatório da UHE Chavantes de forma que isto não ocorra. Sobre a importância do manejo do reservatório Chavantes na preservação da ponte pênsil de Ribeirão Claro, a Duke Energy ressalta que a gestão da operação conseguiu evitar, por 13 vezes, possíveis danos à ponte pênsil no período de 1986 a 2009'', diz nota enviada pela empresa à FOLHA. (W.S.)





