Dentro dos próximos dias, a Câmara Municipal de Curitiba convocará uma reunião com as polícias Militar e Civil, Urbs, dirigentes dos clubes de futebol e líderes de torcidas organizadas, para discutir ações mais severas de combate ao vandalismo nos finais das partidas de futebol. Durante a reunião, a Urbs apresentará a proposta de que as torcidas organizadas deixem de existir.
‘‘Na verdade, elas são desorganizadas e tudo acontece por causa delas’’, disse o diretor de operações da Urbs, Euclides Rovani. Segundo ele, uma outra alternativa proposta pela Urbs é que os clubes de futebol arquem com os prejuízos.
Na opinião do comandante Renildo Gonçalvez da Silva, do Comando de Policiamento da Capital (CPC), para acabar com o vandalismo nas cidades é necessária uma maior conscientização das pessoas. Segundo ele, o que aconteceu na partida de segunda-feira foi ‘‘atípico’’.
‘‘Tivemos um jogo com os portões abertos, um público superior a 40 mil pessoas e talvez não tenham existido ônibus suficientes para escoar a multidão no final da partida, o que gerou confusão’’, disse. Ele garantiu que o policiamento, que contou com 500 homens, cães, viaturas, motos, cavalos e táticos móveis, foi suficiente. As depredações ocorreram distante do estádio, principalmente nos bairros do Pinheirinho, Portão e Centenário.

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