Universitários terão dificuldade de acesso
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terça-feira, 03 de fevereiro de 2009
Marta Ortega<BR>Reportagem Local 
Com início do ano letivo, alunos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTP) estarão enfrentando dificuldades de acesso até o campus, localizado na Zona Leste de Londrina. O trecho de mil metros na Estrada dos Pioneiros continua sem asfalto. A aulas têm início no próximo dia 9, data agendada para a inauguração oficial e até lá, a expectativa é que apenas um serviço de moledamento seja feito. A direção do campus luta também pela instalação da iluminação pública e pela colocação de uma linha de ônibus que dê acesso ao campus.
O processo de licitação para o asfaltamento da rua, anunciado pelo governo estadual em abril do ano passado, está parado. Enquanto isso, o diretor do campus de Londrina, Marcos Imamura, tenta conseguir ajuda da Prefeitura de Londrina. ''Precisamos de um reforço na colocação de pedras no local, porque está intransitável em função da grande quantidade de chuva. Os alunos terão muita dificuldade para passar pela rua.''
O processo de transferência da universidade do Ipolon (Centro), onde estava funcionando provisoriamente, foi concluído no dia 26 do mês passado. A universidade vai atender 450 alunos, com os cursos de Tecnologia de Alimentos, Engenharia Ambiental e Curso Técnico em Controle Ambiental. Este último permanece no Ipolon até a construção de quatro salas específicas para os alunos no campus. A previsão é que as salas estejam concluídas num período entre seis e oito meses.
Outro problema enfrentado no local é a falta de iluminação pública. ''À noite fica muito escuro e perigoso. Estamos tentando junto à prefeitura a colocação de uma luz provisória para que os alunos tenham acesso no período da noite''. A direção também pleiteia uma linha de ônibus.
Escola
No Jardim Santo Amaro, em Cambé (Norte), a Escola Municipal Padre Symphoriano Kopf, que teve três salas de aula destruídas durante um incêndio no ano passado, já foi recuperada e está pronta para receber os alunos a partir do dia 5 de fevereiro, quando inicia o ano letivo.
O incêndio atingiu três salas de aula. Alguns rapazes foram vistos na escola e acabaram fugindo com a chegada do vigia. O caso ainda está sendo investigado e um total de 180 alunos tiveram que ser atendidos em salas improvisadas de uma Igreja. Segundo a diretora geral da escola, Solange Pagnan Bernardi, apesar do improviso até o final do ano, os alunos não foram prejudicados no conteúdo pedagógico. ''Conseguimos concluir o ano letivo sem prejuízo para os alunos.''


