Dos R$ 268,65 milhões destinados ao ensino superior do Paraná no ano passado, as cinco universidades estaduais - UEL (Londrina), UEM (Maringá), UEPG (Ponta Grossa), Unioeste (Cascavel) e Unicentro (Guarapuava) - ficaram com 94,06% do total. As outras 11 faculdades estaduais isoladas, somadas, não passaram de 5,94%. Os números estão num relatório elaborado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
‘‘Os números não são proporcionais’’, diz o vice-diretor da Fecilcam, Rubens Sartori. É que em número de alunos em cursos de graduação, os 36.241 matriculados nas cinco universidades representam 72,1% do total, contra 27,9% (14.001) das 11 faculdades isoladas. Na relação aluno/funcionários, as universidades têm 2,92 alunos para cada servidor, contra 12,39 alunos por servidor entre as 11 faculdades estaduais.
O custo por aluno também é bem diferente entre as universidades e as faculdades isoladas. Na Universidade Estadual de Maringá (UEM), por exemplo, um estudante custou no ano passado R$ 8.900,62. Na Universidade de Londrina (UEL), o custo foi um pouco menor: R$ 8.806,67. Já na Faculdade de União da Vitória, o custo ficou em R$ 1.079,47. Na média, as universidades gastaram R$ 6,97 mil por aluno em 98, contra R$ 1,50 mil nas faculdades. (S.S.)

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