Universidade avisa que não vai rever critérios
Universidade
avisa que não vai
rever critérios
O coordenador do Núcleo de Bem-Estar Social (Nubec) da Universidade Estadual de Londrina, Osvaldo Yokota, encarregado da triagem econômica dos alunos, informa que os critérios para ingresso no cursinho são diferentes dos critérios adotados para isenção da taxa. A renda máxima per capita familiar, para entrar do cursinho, é de 2,5 salários mínimos. Já para a isenção da taxa de vestibular é de 1,5 salário mínimo, explica.
Além da renda, o aluno deve preencher uma série de exigências para não pagar a taxa de inscrição ao vestibular: não pode residir em área nobre da cidade, não pode possuir carro de passeio com ano de fabricação após 86 e deve pagar taxas sociais de água, luz e telefone. Segundo Yokota, o Nubec não pretende rever os critérios. Das 1.933 pessoas que pediram isenção, 800 conseguiram o benefício.
O valor da taxa e o problema enfrentado pelos alunos do cursinho foram temas de dois requerimentos aprovados ontem pela Câmara Municipal e que serão encaminhados à reitoria da UEL. O primeiro, de iniciativa da vereadora Elza Correia (sem partido) pede redução no valor da inscrição para todos os candidatos. O requerimento foi subscrito por outros 12 vereadores. O outro requerimento, do vereador Antenor Ribeiro (PPB) e subscrito por nove vereadores, solicita a isenção da taxa para os alunos do cursinho.





