O presidente da Unimed de Foz do Iguaçu, Walid Mohamad Omairi, diz que foi aberta uma sindicância interna para apurar as denúncias de Gaede. Omairi observa que a cooperativa não comprovou falha por parte do médico. Ele afirmou ainda que a Unimed custeou todas as despesas da cirurgia e procedimentos médicos do ex-usuário.
‘‘Mesmo ele estando inadimplente por seis meses, nós temos comprovantes de que arcamos com a cirurgia e outros exames. Tudo que este senhor está falando não tem fundamento’’, disse Omairi. Ele mostrou à Folha relatórios onde constam os atendimentos efetuados pela cooperativa em favor de Gaede.
Quanto a relação de profissionais do guia-médico da Unimed, Omairi disse que ‘‘todo médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM) pode atuar em qualquer área da medicina. No guia, nós anunciamos apenas a área de atuação do médico’’, afirma o presidente da Unimed.
De acordo com Omairi, o ex-usuário já procurou por diversas vezes a cooperativa para tentar um acordo financeiro. Ainda ontem, o advogado da Unimed, Abner Wanderberg Rabelo, entrou com medida cautelar na Justiça pedindo que sejam recolhidos todos os panfletos que o ex-usuário está distribuindo pela cidade. Segundo ele, a Unimed também pretende entrar com uma ação criminal contra Gaede nos próximos dias. (E. M.)

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