Unidades básicas devem fazer busca ativa
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quarta-feira, 06 de fevereiro de 2019
Simoni Saris/Reportagem Local 
Quando uma mãe vai até uma unidade básica de saúde e não encontra a vacina para o filho, a orientação é que os responsáveis pela unidade anotem o nome, o endereço e o telefone para, assim que houver a reposição do estoque, os profissionais de saúde façam a busca ativa e chamem a mãe para retornar ao posto de atendimento. "Essa é uma orientação do Estado do Paraná. A gente espera que os municípios façam da mesma forma", disse o diretor do Centro Estadual de Epidemiologia da Sesa, João Luís Crivellaro.
"Outra coisa que ajudou muito é a lei (estadual, 19.534/18), que obriga os pais ou responsáveis a apresentarem a Declaração de Vacinação para que possam fazer matrícula nas escolas", observa Crivellaro. A regra vale para escolas públicas e privadas e para alunos menores de 18 anos de idade. "A falta da vacina não proíbe a matrícula, mas a criança tem um prazo para atualizar o esquema. É mais uma forma de controle."
FEBRE AMARELA
No fim de janeiro, a Sesa confirmou o primeiro caso de febre amarela no Estado desde 2015 e o Paraná está em alerta desde que foram encontrados mortos três macacos bugio em Antonina (Litoral). Exames confirmaram a morte por febre amarela e a orientação da Sesa é que os moradores de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral que ainda não foram vacinados contra a doença procurem os postos de saúde. Segundo Crivellaro, o Paraná tem estoque suficiente da vacina contra a febre amarela para atender os 399 municípios do Estado. A imunização é feita em dose única e pode ser ministrada a partir dos nove meses de idade até 59 anos. (S.S.)


